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domingo, 23 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
Condenado por morte de Dorothy Stang terá regime semiaberto
22/10/2011 - 12h38
Condenado por morte de Dorothy Stang terá regime semiaberto
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AGUIRRE TALENTO
DE BELÉM
Um dos condenados pela morte da missionária norte-americana Dorothy Stang, o fazendeiro Vitalmiro Bastos Moura, o Bida, obteve na Justiça o direito a cumprir pena em regime semiaberto. DE BELÉM
Bida foi condenado, em 2005, a 30 anos de prisão sob acusação de ser um dos mandantes do assassinato de Dorothy. Ele está preso em uma penitenciária em Belém.
Missionária Dorothy Stang é tema de ópera nos EUA
A progressão de regime foi obtida porque Bida já cumpriu cinco anos e quatro meses de reclusão, mais do que um sexto da pena (o mínimo exigido por lei).
O benefício foi concedido na última sexta-feira (21). Bida sairá da cela onde cumpre pena em regime fechado com outras 14 pessoas e irá para uma cela do regime semiaberto.
Terá direito a sair cinco vezes ao ano, para a comemoração de datas festivas, e também para trabalhar, caso obtenha um emprego.
O fazendeiro ainda tenta ser transferido para um presídio em Altamira (oeste do Pará), onde vive sua família, mas a Justiça até agora negou-lhe esse pedido.
ªNosso objetivo maior é obter a transferência para Altamira. Com o regime semiaberto, lá fica mais fácil para ele conseguir trabalho e ele ficará mais perto da famíliaº, afirmou o advogado Raimundo Pereira Cavalcante.
A MORTE DE DOROTHY
Dorothy Stang foi morta por um pistoleiro em 2005, aos 73 anos, quando se dirigia a um assentamento de agricultores em Anapu (a 766 km de Belém, no oeste do Pará).
Cinco pessoas foram condenadas por seu assassinato. Rayfran das Neves Sales foi acusado de ter efetuado os disparos, acompanhado por Clodoaldo Batista.
O fazendeiro Arnair Feijoli foi acusado de ser o intermediário entre os fazendeiros que queriam encomendar o crime e os pistoleiros.
Todos os três já foram condenados e atualmente cumprem pena em regime semiaberto.
Além deles, o fazendeiro Regivaldo Pereira da Silva, o Taradão, foi condenado em maio de 2010 por encomendar o crime.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
ARTIGOS > OPINIÕES
ARTIGOS > OPINIÕES
Jogos eletrônicos: "gastar duas horas diárias é o mesmo que cheirar cocaína", diz especialista
***
Por Edson Carlos de Oliveira
http://conservador.blog.br/2011/10/jogos-eletronicos-gastar-duas-horas.html
Jogos eletrônicos: "gastar duas horas diárias é o mesmo que cheirar cocaína", diz especialista
Desde muito cedo, crianças viciam no uso do computador: "Deixe as crianças serem infantis: não lhes dê acesso a TV, jogos eletrônicos, computadores e Internet!"
A afirmação acima pertence ao Professor Titular do Departamento de Ciência da Computação da USP, Valdemar W. Setzer, e encontra-se com destaque em seu site.
A frase e o título deste post parecem chocar, não? Mas hoje o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) publicou um interessante artigo de Felipe Escocard sobre os efeitos maléficos do uso de jogos eletrônicos. Segue alguns detalhes e leia a íntegra no site do IPCO.
http://www.ipco.org.br/home/noticias/videogame-e-cocaina-qual-a-relacao
***
O pesquisador inglês Steve Pope afirma que "gastar duas horas diárias em um jogo é o mesmo que cheirar cocaína no ápice de sua produção. Esse tipo de vício é que mais rapidamente cresce no nosso país e está afetando os mais jovens mentalmente";
Uma pesquisa do website Divorce Online apontou que 15% dos divórcios ocorridos nos EUA foram causados por vício em videogames por um dos cônjuges;
Um estudo da Universidade de Estocolmo demonstra que os viciados podem atuar na vida real como se estivessem dentro de um jogo eletrônico, alguns chegam a ver "caixas de energia" en cima da cabeça das pessoa;
A revista Veja publicou um estudo realizado em Singapura, onde 9% dos adolescentes foram considerados jogadores patológicos, com mais de 30 horas de jogos por semana;
O pesquisador Douglas Gentile afirma que os viciados têm maiores possibilidades de terem depressão, fobias sociais e ansiedade;
Em 2005, um sul-coreano de 28 anos morreu de parada cardíaca por exaustão, ao ficar mais de 50 horas jogando;
Segue abaixo um vídeo de um menino que é retirado da frente do computador no momento em que jogava. Veja até o fim. "Por que você tirou a minha vida?", pergunta irritado o menino ao perceber que seu irmão havia feito morrer o personagem do jogo.
A afirmação acima pertence ao Professor Titular do Departamento de Ciência da Computação da USP, Valdemar W. Setzer, e encontra-se com destaque em seu site.
A frase e o título deste post parecem chocar, não? Mas hoje o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) publicou um interessante artigo de Felipe Escocard sobre os efeitos maléficos do uso de jogos eletrônicos. Segue alguns detalhes e leia a íntegra no site do IPCO.
http://www.ipco.org.br/home/noticias/videogame-e-cocaina-qual-a-relacao
***
O pesquisador inglês Steve Pope afirma que "gastar duas horas diárias em um jogo é o mesmo que cheirar cocaína no ápice de sua produção. Esse tipo de vício é que mais rapidamente cresce no nosso país e está afetando os mais jovens mentalmente";
Uma pesquisa do website Divorce Online apontou que 15% dos divórcios ocorridos nos EUA foram causados por vício em videogames por um dos cônjuges;
Um estudo da Universidade de Estocolmo demonstra que os viciados podem atuar na vida real como se estivessem dentro de um jogo eletrônico, alguns chegam a ver "caixas de energia" en cima da cabeça das pessoa;
A revista Veja publicou um estudo realizado em Singapura, onde 9% dos adolescentes foram considerados jogadores patológicos, com mais de 30 horas de jogos por semana;
O pesquisador Douglas Gentile afirma que os viciados têm maiores possibilidades de terem depressão, fobias sociais e ansiedade;
Em 2005, um sul-coreano de 28 anos morreu de parada cardíaca por exaustão, ao ficar mais de 50 horas jogando;
Segue abaixo um vídeo de um menino que é retirado da frente do computador no momento em que jogava. Veja até o fim. "Por que você tirou a minha vida?", pergunta irritado o menino ao perceber que seu irmão havia feito morrer o personagem do jogo.
***
Por Edson Carlos de Oliveira
http://conservador.blog.br/2011/10/jogos-eletronicos-gastar-duas-horas.html
terça-feira, 11 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Contaminadas pelo vírus da arrogância
| Contaminadas pelo vírus da arrogância | | |
| Escrito por Luiz Marins | |
| Por que marcas fortes, empresas dominantes que ficaram anos no topo de suas categorias perdem essa gloriosa posição de forma tão surpreendente? Por que pessoas famosas, envoltas em glória e fama, perdem a invejada posição? É claro que há muitas explicações. Mas, sem dúvida alguma, uma delas que nos salta aos olhos, é a arrogância. Empresas líderes tornam-se arrogantes com muita facilidade. Pessoas também. O sucesso lhes sobre à cabeça. Não dão mais a devida atenção ao atendimento simpático e cortês; à assistência técnica rápida e eficaz; à visita constante aos clientes principais, etc., etc. Elas começam a acreditar que o cliente e o mercado precisam mais dela do que ela do cliente e do mercado. Tornam-se soberbas e arrogantes; acreditam que sua marca seja capaz de agüentar todos os desaforos. Essas empresas e pessoas não se apercebem quando a arrogância toma conta de suas almas. Dia destes assisti a um respeitável senhor da sociedade humilhando um manobrista de estacionamento. Já tive o desprazer de ver madames ricas ofendendo balconistas. Já ouvi diretores de empresa dizer que não precisam de clientes. É o começo do fim! O mais grave é que essas pessoas são ensurdecidas e cegas pelo vírus da arrogância. As pessoas que se deixaram inocular pelo vírus da arrogância não suportam mais suas velhas amizades, suas companheiras dos primeiros anos, os lugares simples que freqüentavam. O vírus faz um estrago total na mente da vítima. Tudo deve mudar - roupas novas, carros novos, mulheres novas, amigos novos, hábitos novos. E um dos maiores sintomas da arrogância é a cegueira mental que faz com que essas pessoas não se apercebam de que os novos amigos são falsos amigos e as novas mulheres só estarão ali enquanto a fama ou a riqueza durarem. As empresas que se deixam contaminar pelo vírus da arrogância sofrem de perda total de memória. Não se lembram de quem as ajudou a crescer. Esquecem-se dos primeiros clientes, dos velhos fornecedores, dos funcionários que, sem perspectiva alguma, acreditaram em seu futuro. Elas se esquecem do passado. É o começo do fim. E a contaminada empresa, em vez de perceber a sua doença e buscar a cura, fica ainda mais arrogante. O vírus da arrogância, uma vez inoculado, não deixa mais aquela vítima, até matá-la. E, para não se deixar contaminar, só há uma vacina: a humildade. E a humildade, por sua vez, só pode ser conseguida com muito esforço, muita espiritualidade, muita consciência da transitoriedade da fama e dos bens materiais e da sabedoria que nos avisa a todo instante de que é mais fácil chegar ao topo, que manter-se no topo. Pense nisso. Sucesso! |
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Onde estão os anjos na liturgia da Igreja?
http://www.salvemaliturgia.com/2010/10/onde-estao-os-anjos-na-liturgia-da.html
domingo, 25 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
O valor dos nossos pais
O VALOR DOS NOSSOS PAIS
Um jovem de nível académico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.
Passou a primeira entrevista e o director fez a última entrevista e tomou a última decisão.
O director descobriu através do currículo que as suas realizações académicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.
O director perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?" o jovem respondeu, "nenhuma"
O director perguntou, "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades?" o jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."
O director perguntou, "Onde trabalha a tua mãe?" e o jovem respondeu, "A minha mãe lava roupa."
O director pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O director perguntou, "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?", o jovem respondeu, "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."
O director disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã."
O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com água.
Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência académica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.
Nessa noite, mae e filho falaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do director.
O director percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?"
O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."
O director pediu, "Por favor diz-me o que sentiste."
O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."
O director disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objectivo na vida. Estás contratado."
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipa. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.
Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver-se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objectivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos este tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?
Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
Quais são as pessoas com mãos enrugadas por mim?
"Criança futuro"
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Nossa Senhora das Dores - 15 de setembro
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domingo, 11 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
SETEMBRO, MÊS DA BÍBLIA
CANTINHO BÍBLICO
SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA
“Tua Palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho!” (Salmo 119,105)
Setembro é o mês da Bíblia. No dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo. Foi ele que
traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja. Isso aconteceu no século IV. Em homenagem a ele, o mês de setembro foi escolhido para ser o mês da Bíblia.
A Bíblia é o único livro que hoje está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo
e que está em quase todas as casas. Serve de “alimento espiritual” para tantas pessoas e ajuda o
povo na sua caminhada em busca de construir um mundo melhor.
“Toda Escritura é inspirada por Deus” (2Tm 3,16). A Bíblia é a história de um Deus que
caminhou com seu povo e do povo que caminhou com seu Deus. Ela foi escrita por pessoas, mas foi inspirada por Deus. Passaram-se os tempos, mudaram-se tantas idéias no mundo, mas a Palavra de Deus continua “viva e eficaz” (Hb 4,12). Mesmo com tantas mudanças e crises ocorridas no mundo, ela “permanece para sempre” (1Pe 1,25).
Na Bíblia encontramos textos para as diversas situações da vida. Ela ajuda a fortalecer a
nossa fé; ajuda na nossa formação, nos momentos de crise e dificuldades, na dor, na doença ou na
alegria... Para todas as realidades encontramos textos. A Bíblia serve para denunciar as injustiças,
os pecados e o mal no mundo. Foi isso que fizeram os Profetas e também Jesus Cristo em algumas
ocasiões. Mas a Bíblia é sobretudo um livro de anúncio: ela anuncia a boa notícia vinda de Deus:
Ele nos ama e nos quer bem! Ele é o Deus que caminha conosco, que está ao nosso lado e nos dá
força e coragem!
É certo que na Bíblia encontramos alguns textos difíceis. Foram escritos dentro de uma
realidade diferente da nossa. Precisam ser atualizados. A Bíblia mesmo diz isso (veja At 8,30-31;
2Pe 3,16). Diante dos textos difíceis, recomendo: passem adiante, busquem outra passagem. O Pe.
Zezinho nos ensina cantando: “Dai-me a palavra certa, na hora certa, do jeito certo e pra pessoa
certa”. Se precisar, faça um curso ou uma Escola Bíblica e isso ajuda a entender melhor a Bíblia.
Termino lembrando um texto bonito de São Paulo: “Tudo o que se escreveu no passado foi
para o nosso ensinamento que foi escrito, afim de que, pela perseverança e consolação, que nos
dão as Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15,4). Que neste mês da Bíblia, a Palavra que vem da
boca de Deus nos anime, dê força e coragem e com isso sejamos cristãos da Esperança!
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular? ...
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para pegá-la quando a esquecemos em casa, no
escritório... ?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta ** * * e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a
vida. 'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto'!
(Is 55:6)*
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para pegá-la quando a esquecemos em casa, no
escritório... ?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta ** * * e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a
vida. 'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto'!
(Is 55:6)*
TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Quando você estiver triste, ligue João 14.*
Quando pessoas falarem de você, ligue Salmo 27.*
Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.*
Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6:19,34.*
Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91.
Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63.*
Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11.*
Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.*
Quando você for áspero e crítico, ligue 1 Coríntios 13.*
Para saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:12-17.
Quando você sentir-se triste e sozinho, ligue Romanos 8:31-39.
Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11:25-30.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
A LIÇÃO DA BORBOLETA
A LIÇÃO DA BORBOLETA
Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. A Lição da Borboleta
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte. Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver. Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar. Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades. Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava."
Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los. Envie esta mensagem a seus amigos e mostre o quanto você se importa com eles. Envie isto a todo mundo a quem você considera um AMIGO, mesmo que isso signifique mandar para a mesma pessoa que lhe enviou. Se esta mensagem voltar para você, pode ficar certo de que o seu círculo de amizade é composto de verdadeiros amigos.
JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013 SERÁ NO BRASIL
Domingo, 21 de agosto de 2011, 07h58
"Comunicai aos outros a alegria da vossa fé", diz Papa aos jovens
Kelen Galvan
Da Redação
''Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé'', afirmou o Papa neste domingo
Mais de um milhão e meio de jovens participaram da Missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Madri, na Espanha.
Com a expressão alegre, o Santo Padre afirmou que ficou edificado com o testemunho da juventude, que permaneceu firme com a chuva na vígilia de ontem e o sol forte deste domingo, 21.
Na homilia, o Santo Padre convidou os jovens a fortalecer a fé e colocar Cristo no centro de suas vidas, em comunhão com a Igreja. "Não se pode, sozinho, seguir Jesus. Quem cede à tentação de seguir 'por conta própria' ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade, corre o risco de nunca encontrar Jesus Cristo, ou de acabar seguindo uma imagem falsa d’Ele".
Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia de Bento XVI
.: Veja fotos da cobertura da JMJ 2011 no Flickr.: Cobertura da JMJ 2011
Bento XVI afirmou que, atualmente, existem muitas pessoas que tem o desejo de conhecer melhor a Cristo e "pressentem que Ele é a resposta a muitas de suas inquietações pessoais".
Embora a fé seja um dom de Deus, e não esforço do homem ou de sua razão, é preciso que cada pessoa tome a decisão de estar com Ele.
"A fé não se limita a proporcionar alguma informação sobre a identidade de Cristo, mas supõe uma relação pessoal com Ele, a adesão de toda a pessoa, com a sua inteligência, vontade e sentimentos, à manifestação que Deus faz de Si mesmo", destacou o Santo Padre.
O Papa disse ainda que a fé precisa ser partilhada com o próximo. "É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus", ressaltou.
O Pontífice concluiu pedindo aos jovens que amem a Igreja, "que vos gerou a fé e vos ajudou a conhecer melhor Cristo", e os orientou a invistirem na amizade com Ele. "Para o crescimento da vossa amizade com Cristo é fundamental reconhecer a importância da vossa feliz inserção nas paróquias, comunidades e movimentos, bem como a participação na Eucaristia de cada domingo, a recepção frequente do sacramento do perdão e o cultivo da oração e a meditação da Palavra de Deus".
Ao final da Celebração, o Santo Padre anunciou que a próxima JMJ será no Rio de Janeiro, em 2013.
Com a expressão alegre, o Santo Padre afirmou que ficou edificado com o testemunho da juventude, que permaneceu firme com a chuva na vígilia de ontem e o sol forte deste domingo, 21.
Na homilia, o Santo Padre convidou os jovens a fortalecer a fé e colocar Cristo no centro de suas vidas, em comunhão com a Igreja. "Não se pode, sozinho, seguir Jesus. Quem cede à tentação de seguir 'por conta própria' ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade, corre o risco de nunca encontrar Jesus Cristo, ou de acabar seguindo uma imagem falsa d’Ele".
Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia de Bento XVI
.: Veja fotos da cobertura da JMJ 2011 no Flickr.: Cobertura da JMJ 2011
Bento XVI afirmou que, atualmente, existem muitas pessoas que tem o desejo de conhecer melhor a Cristo e "pressentem que Ele é a resposta a muitas de suas inquietações pessoais".
Embora a fé seja um dom de Deus, e não esforço do homem ou de sua razão, é preciso que cada pessoa tome a decisão de estar com Ele.
"A fé não se limita a proporcionar alguma informação sobre a identidade de Cristo, mas supõe uma relação pessoal com Ele, a adesão de toda a pessoa, com a sua inteligência, vontade e sentimentos, à manifestação que Deus faz de Si mesmo", destacou o Santo Padre.
O Papa disse ainda que a fé precisa ser partilhada com o próximo. "É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus", ressaltou.
O Pontífice concluiu pedindo aos jovens que amem a Igreja, "que vos gerou a fé e vos ajudou a conhecer melhor Cristo", e os orientou a invistirem na amizade com Ele. "Para o crescimento da vossa amizade com Cristo é fundamental reconhecer a importância da vossa feliz inserção nas paróquias, comunidades e movimentos, bem como a participação na Eucaristia de cada domingo, a recepção frequente do sacramento do perdão e o cultivo da oração e a meditação da Palavra de Deus".
Ao final da Celebração, o Santo Padre anunciou que a próxima JMJ será no Rio de Janeiro, em 2013.
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
10 sugestões para falar bem e se destacar no mercado
10 sugestões para falar bem e se destacar no mercado
Patrícia Bispo
Jornalista responsável pelo conteúdo da comunidade virtual RH.com.br.
Quem se expressa bem, seja na vida pessoal ou profissional tem mais chances de conquistar espaço e ter reconhecido seu valor junto às pessoas que o cerca. No entanto, muitas pessoas possuem uma ótima bagagem de conhecimento, são esforçadas e desejam compartilhar o que aprenderam ao longo da vida e, é claro, trocar ideias, informações com seus pares. Mas, não basta apenas "abrir" a boca e proferir um amontoado de palavras para ser caracterizado como um bom comunicado. Em determinadas situações, há quem consiga posicionar melhor suas propostas através de um vocabulário simples e mais conciso do quem profere uma hora de conversação que parece não ter "início, meio e fim". Então, como se tornar um bom comunicador, saber expressar bem um "ponto de vista"? A seguir, algumas dicas que podem ser adotadas por qualquer indivíduo, inclusive aqueles que almejam uma ascensão profissional.Patrícia Bispo
Jornalista responsável pelo conteúdo da comunidade virtual RH.com.br.
1 - Quem imagina que a comunicação acontece apenas através das palavras que são proferidas verbalmente, engana-se. Se assim o fosse, nunca haveria alguém "cochilando" ou disperso em uma apresentação. Por esse motivo, quem vai apresentar suas idéias, nunca pode esquecer que apenas falar não assegura uma boa comunicação. É aconselhável, por exemplo, que quem está com a "vez da palavra" olhe em direção de quem está falando ou mesmo do grupo que está diante de si. Nesse último caso, na presença de mais de um ouvinte, tente distribuir os olhares enquanto fala. Afinal, todos que estão ali são importantes.
2 - Outro fator que pesa muito no processo da comunicação é a gesticulação. Não são raros os casos de pessoas que ficam quase que paralisadas, quando estão falando. Transmitir ideias, repassar conteúdo ao ouvinte, também se faz através da movimentação das mãos. Mas, sem exageros ou a pessoa que está à sua frente ficará mais preocupada se você tem consciência de espaço e não irá acertá-la acidentalmente.
3 - O processo de comunicação verbal também necessita que o comunicador fique atento à entonação e à velocidade da própria voz. Quem fala, não precisa ser tão rápido e tampouco devagar, quase parando. Deve existir um equilíbrio entre os extremos ou a mensagem pode não ter o resultado esperado.
4 - Provavelmente você assistiu a uma palestra ou mesmo participou de uma reunião, aonde quem conduzia os trabalhos andou de um lado para o outro sem parar como se tivesse que cumprir uma quilometragem. Ou, então, ficou completamente parado, como se estivesse com cimento nos pés. Nem um caso e nem outro são indicados.
5 - Quem fala em público precisa ter consciência que qualquer mente pode deixar passar alguma informação relevante, durante uma apresentação. Por esse motivo, é aconselhável que se faça um breve roteiro, destacando as palavras-chaves de cada tópico que seja destacado na apresentação.
6 - Quando alguém se prontifica a falar em público, não importa a temática, deve se preparar. Mesmo que o profissional domine bem o assunto não custa atualizar-se com pesquisas lançadas recentemente, apresentar dados estatísticos, enfim, ter ciência de que o mundo está em constante processo de transformação e que é preciso manter-se atualizado.
7 - É comum que após uma apresentação em público, algumas pessoas apresentem dúvidas e façam questionamentos. Para facilitar o andamento do seu trabalho, tente colocar-se no lugar que quem irá ouvi-lo e liste os pontos da sua palestra que podem gerar polêmica. Com base nesses dados, você pode preparar-se para possíveis questionamentos e respondê-los com serenidade.
8 - Antes de realizar uma apresentação, não custa "treinar" em casa diante do espelho. Assim, a pessoa poderá identificar os seus erros de comunicação e os pontos que precisam ser trabalhados.
9 - Mesmo depois de todas essas ações, pode ficar aquela "pontinha" de dúvida permanecer: minha apresentação está ou não boa? Nesse caso, não pense duas vezes e chame os amigos de trabalho ou, então, a família, profira sua palestra. Escute com atenção a cada observação que eles fizerem.
10 - Outros recursos que são utilizados por quem deseja melhorar seu desempenho, ao falar em público, é gravar a própria apresentação através de máquinas digitais ou celulares. Isso auxilia a pessoa a analisar a sua apresentação e trabalhar os pontos considerados fracos.
Publicado em 09/02/2010 no www.RH.com.br.
domingo, 14 de agosto de 2011
O cônjuge como um caminho para Deus
Formações
O cônjuge como um caminho para Deus
Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro
O encontro de duas pessoas em Deus – por intermédio da oração ou da vivência religiosa compartilhada – é uma das formas mais ricas e profundas de encontrar-se, já que estamos diante de Deus, com melhor que cada um possui. Diante do Senhor nos desprendemos de tudo o que normalmente dificulta o encontro e vamos assumindo com mais objetividade a atitude compreensiva, benigna e compassiva do amor de Deus.
A união de duas pessoas pelo sacramento do matrimônio abre a eles uma nova possibilidade de amor sobrenatural: o cônjuge como um caminho para Deus, como lugar de encontro com Deus. No momento solene das bodas, Cristo diz a cada um: Eu, desde agora, vou te amar especialmente através do cônjuge, vou convertê-lo em santuário do meu encontro contigo. E com isso me deixa o grande desafio de buscar ao Senhor no coração do outro onde desde agora está me esperando, de descobrir o rosto de Cristo no rosto do meu cônjuge, de acolher seu amor como transparente e reflexo do amor divino. Em contrapartida, eu devo ser Cristo para o outro, dar a ele o amor, a luz e a força que necessita para crescer e chegar até Deus. E assim cada um se aceita e se doa ao outro como lugar privilegiado de encontro com o Senhor.
A união de duas pessoas pelo sacramento do matrimônio abre a eles uma nova possibilidade de amor sobrenatural: o cônjuge como um caminho para Deus, como lugar de encontro com Deus. No momento solene das bodas, Cristo diz a cada um: Eu, desde agora, vou te amar especialmente através do cônjuge, vou convertê-lo em santuário do meu encontro contigo. E com isso me deixa o grande desafio de buscar ao Senhor no coração do outro onde desde agora está me esperando, de descobrir o rosto de Cristo no rosto do meu cônjuge, de acolher seu amor como transparente e reflexo do amor divino. Em contrapartida, eu devo ser Cristo para o outro, dar a ele o amor, a luz e a força que necessita para crescer e chegar até Deus. E assim cada um se aceita e se doa ao outro como lugar privilegiado de encontro com o Senhor.
Por isso, em todo matrimônio cristão está sempre Deus como terceiro, quem faz de ponte e laço de união entre os cônjuges. E precisamente quando Deus não ocupa esse lugar dentro do matrimônio, então há sempre lugar para outro terceiro, que destrói a aliança matrimonial.
O matrimônio é uma comunidade de salvação unida por um vínculo sobrenatural. O amor de Cristo e Maria selam nosso amor. Estamos unidos como a videira e os brotos. Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro. Minha santidade repercute no outro, meu pecado também.
O matrimônio é uma comunidade de salvação unida por um vínculo sobrenatural. O amor de Cristo e Maria selam nosso amor. Estamos unidos como a videira e os brotos. Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro. Minha santidade repercute no outro, meu pecado também.
Tão profunda é essa aliança [matrimonial] e esse conhecimento mútuo que os esposos deveriam chegar a ser diretores espirituais um do outro. Tanto se conhecem que podem ajudar ao outro em seu caminho de santidade. Essa aliança de amor se dá entre os esposos e dos esposos com Deus. Por isso é comunidade de salvação, de amor, vida e tarefas com Cristo e Maria.
Compartilhamos sua missão e junto com eles caminhamos para Deus Pai. Em caso que os contraentes humanos entrem em crise o terceiro os ampara. Cristo carrega com eles o matrimônio.
Depois de nossa consagração a Virgem ela também começa a ser uma aliada e nos ajuda no caminho. Ela também nos ampara.
O que dissemos sobre o matrimônio vale para todos os membros da família: pais, filhos, irmãos... Cada um é Cristo para os demais, reflexo do Senhor. Cada um é e há de ser, para o outro, um caminho para o Senhor, caminho privilegiado de amor a Ele.
Compartilhamos sua missão e junto com eles caminhamos para Deus Pai. Em caso que os contraentes humanos entrem em crise o terceiro os ampara. Cristo carrega com eles o matrimônio.
Depois de nossa consagração a Virgem ela também começa a ser uma aliada e nos ajuda no caminho. Ela também nos ampara.
O que dissemos sobre o matrimônio vale para todos os membros da família: pais, filhos, irmãos... Cada um é Cristo para os demais, reflexo do Senhor. Cada um é e há de ser, para o outro, um caminho para o Senhor, caminho privilegiado de amor a Ele.
Nisso encontramos o sentido da aliança matrimonial e o sentido da aliança familiar: Todos juntos, unidos e aliados com a Virgem Maria, caminhamos para Deus. Todos juntos, nos amando mutuamente como ao Senhor, nos consagramos a Maria e, mediante ela, nos entregamos para sempre a Deus.
Queridos irmãos, se nos deixamos educar e guiar pela Virgem Maria, então a aliança com ela é como uma grande escola de amor. Nela aprendemos a amar para percorrer os caminhos do amor divino e chegar ao coração do Pai. E é assim que se tornará realidade em nossa vida a aliança com Deus.
Queridos irmãos, se nos deixamos educar e guiar pela Virgem Maria, então a aliança com ela é como uma grande escola de amor. Nela aprendemos a amar para percorrer os caminhos do amor divino e chegar ao coração do Pai. E é assim que se tornará realidade em nossa vida a aliança com Deus.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Reflexões: CESTA DE CARVÃO
Reflexões: CESTA DE CARVÃO: "Conta a história de um homem idoso que ficou numa fazenda nas montanhas do leste do Kentucky com seu jovem neto. Todas as manhãs, o avô s..."
TRECHO DE IÇAMI TIBA
Disciplina, limite na medida certa (IÇAMI TIBA)
Há uma história que sempre desperta o interesse de pais e educadores porque é ao mesmo tempo muito bem-humorada e realista:
Dois meninos de cinco anos estão numa espaçosa área de lazer. Não há brinquedos por perto. Um deles é magro e alto. O outro é gordo e baixo. Naturalmente, resolvem brincar.
O magro propõe:
“É pega-pega, e você é o pegador!”
E já sai em tal disparada que o gordo, com seus passos lentos e pesados, tem dificuldades de acompanhar. Quando este percebe a distância entre os dois aumentando cada vez mais, toma consciência de que não conseguirá alcançar o outro tão cedo. Então pára, estica o braço e, apontando com o indicador, grita:
“Aí não vale!”
O magro imediatamente pára, mesmo sabendo que não tinha sido combinado que ali não valeria.
Nesse momento da palestra, pergunto ao público:
“Por que o magro parou?”
Percebo que cada um busca dentro de si uma boa resposta. Para facilitar, eu mesmo respondo:
“Para continuar brincando! Se o magro continuar correndo, a brincadeira acaba, não é?”
O magro volta até o gordo com os ombros meio caídos, pois sabe que agora é a vez daquele propor outra brincadeira. O gordo, vendo o magro bem próximo, diz:
“É luta livre!”
E já avança no magro, dá-lhe uma “gravata”, derruba-o e aperta o pescoço do menino, que, à beira do desmaio, dá umas palmadinhas no braço do gordo em sinal de que está se rendendo.
Nesse momento, pergunto de novo ao público:
“Por que o gordo pára de enforcar o magro?”
“Para continuar a brincadeira!”, responde o público.
E eu arremato:
“E também porque com morto não se brinca!”
Após a gargalhada geral, volto ao tema: as crianças sabem, intuitivamente, que a brincadeira é um tipo de relacionamento em que um depende do outro. Para continuar a brincar é necessário que aceitem, nessa experiência de sociedade que elas mesmas criaram uma série de regras:
· Cada criança escolhe a brincadeira na qual tem melhor desempenho, pois sempre quer ganhar.
· Cada criança dá o máximo de si e, se alguém faz “corpo mole”, isso significa que não está levando a brincadeira a sério.
· Uma criança não pode exigir da outra mais que esta pode fazer; portanto, o limite é estabelecido por aquele que menos habilidades têm para determinada brincadeira.
· Quando uma criança diz que não agüenta mais, a outra é obrigada a parar, por mais que queira continuar brincando.
· Se um escolhe uma primeira brincadeira, o outro tem direito a escolher a segunda.
O que não aparece na história, mas pode acontecer, é que, quando uma criança desrespeita o limite da outra, esta geralmente solta um grunhido (“Ah, é assim?”) e parte para briga. Portanto, toda brincadeira pode rapidamente transformar-se em conflito, e os adultos terão muitas dificuldades para identificar quem começou a briga.
Se as crianças aceitam os limites intrínsecos à convivência em uma brincadeira, é porque sabem que não podem brincar fazendo tudo o que têm vontade. Precisam aceitar uma composição, uma sociedade com o outro.
As crianças aprendem a comportar-se em sociedade ao conviver com outras pessoas, principalmente com os próprios pais. A maioria dos comportamentos infantis é aprendida por meio de imitação, da experimentação e da invenção.
Quando os pais permitem que os filhos, por menores que sejam, façam tudo o que desejam, não estão lhes ensinando noções do que podem ou não podem fazer. Os pais usam diversos argumentos para isso: “eles não sabem o que estão fazendo”; “são muito pequenos para aprender”; “vamos ensinar quando forem maiores”; “sabemos que não devemos deixar... mas é tão engraçadinho” etc.
É preciso lembrar que uma criança, quando faz algo pela primeira vez, sempre olha em volta para ver se agradou alguém. Se agradou, repete o comportamento, pois entende que agrado é aprovação, e ela não tem condições de avaliar a adequação do seu gesto.
Portanto, cada vez que os pais aceitam uma contrariedade, um desrespeito, uma quebra de limites, estão fazendo com que seus filhos não compreendam, e rompam o limite natural para seu comportamento em família e em sociedade. Deixar que as situações transcorram sem uma intervenção clara é como se, na brincadeira entre o gordo e o magro, o filho, mesmo ouvindo “aí não vale!” , continuasse correndo; ou como se os pais pedissem para o filho parar, mas este continuasse a enforcá-los. Apesar de ser fisicamente mais fortes, os pais que não reagem à quebra de limites dos filhos acabam permitindo que estes, muito mais fracos, os maltratem, invertendo a ordem natural de que o mais fraco deve respeitar o mais forte.
A força dos pais está em transmitir aos filhos a diferença entre o que é aceitável ou não, adequado ou não, entre o que é essencial e supérfluo, e assim por diante. Pedir um brinquedo é aceitável, mas quebrar o brinquedo meia hora depois de ganha-lo e pedir outro é inaceitável. É importante estabelecer limites bem cedo e de maneira bastante clara porque, mais tarde, será preciso dizer ao adolescente de quinze anos que sair para dar uma volta com o carro do pai não é permitido, e ponto final.
O estudo é essencial; portanto, os filhos têm obrigação de estudar. Caso não o façam, terão sempre que arcar com as conseqüências de sua indisciplina, que deverão ser previamente estabelecidas pelos pais. Só poderão brincar depois de estudar, por exemplo. No que é essencial, os pais deverão dedicar mais tempo para acompanhar de perto se o combinado está sendo levado em consideração. Os filhos precisam entender que têm a responsabilidade de estudar e que seus pais os estão ajudando a cumprir um dever que faz parte da “brincadeira” da vida.
Hoje, os grandes responsáveis pela educação dos jovens – na família e na escola – não estão sabendo cumprir bem seu papel. É a falência da autoridade dos pais em casa, do professor em sala de aula, do orientador na escola. Discussões homéricas surgem nas famílias por causa de indisciplina, dificultando bastante a convivência entre as partes. Mães ficam mal-humoradas porque as crianças bagunçam o quarto e pais se exasperam porque os filhos os filhos se esquecem de apagar a luz. Porém o pior ocorre quando um filho responde mal. Isso lhes estraga o dia.
Muitos alunos também não respeitam seus professores, e essa indisciplina prejudica o ensino e a aprendizagem. Professores e orientadores têm dificuldade em estabelecer limites na sala de aula e não sabem até que ponto devem intervir em comportamentos inadequados que ocorrem nos pátios escolares.
Onde foi que os educadores se perderam? Antes de responder a qualquer pergunta, é preciso levar em conta que essa geração viveu a questão da disciplina de um modo peculiar e sofrido. Para facilitar a compreensão, seguirei a seqüência: primeira, a geração dos avós; segunda, a geração dos pais e professores; terceira, a geração dos jovens.
Pois bem, a primeira geração educou seus filhos de maneira patriarcal, com autoridade vertical – o pai no ápice e os filhos na base. Esta era obrigada a cumprir tudo o que o ápice determinava. Com isso, a segunda geração foi massacrada pelo autoritarismo dos pais, e decidiu refutar esse sistema educacional na educação dos próprios filhos. Na tentativa de proporcionar a eles o que nunca tiveram, os pais da segunda geração acabaram caindo no extremo oposto da primeira: a permissividade
Há uma história que sempre desperta o interesse de pais e educadores porque é ao mesmo tempo muito bem-humorada e realista:
Dois meninos de cinco anos estão numa espaçosa área de lazer. Não há brinquedos por perto. Um deles é magro e alto. O outro é gordo e baixo. Naturalmente, resolvem brincar.
O magro propõe:
“É pega-pega, e você é o pegador!”
E já sai em tal disparada que o gordo, com seus passos lentos e pesados, tem dificuldades de acompanhar. Quando este percebe a distância entre os dois aumentando cada vez mais, toma consciência de que não conseguirá alcançar o outro tão cedo. Então pára, estica o braço e, apontando com o indicador, grita:
“Aí não vale!”
O magro imediatamente pára, mesmo sabendo que não tinha sido combinado que ali não valeria.
Nesse momento da palestra, pergunto ao público:
“Por que o magro parou?”
Percebo que cada um busca dentro de si uma boa resposta. Para facilitar, eu mesmo respondo:
“Para continuar brincando! Se o magro continuar correndo, a brincadeira acaba, não é?”
O magro volta até o gordo com os ombros meio caídos, pois sabe que agora é a vez daquele propor outra brincadeira. O gordo, vendo o magro bem próximo, diz:
“É luta livre!”
E já avança no magro, dá-lhe uma “gravata”, derruba-o e aperta o pescoço do menino, que, à beira do desmaio, dá umas palmadinhas no braço do gordo em sinal de que está se rendendo.
Nesse momento, pergunto de novo ao público:
“Por que o gordo pára de enforcar o magro?”
“Para continuar a brincadeira!”, responde o público.
E eu arremato:
“E também porque com morto não se brinca!”
Após a gargalhada geral, volto ao tema: as crianças sabem, intuitivamente, que a brincadeira é um tipo de relacionamento em que um depende do outro. Para continuar a brincar é necessário que aceitem, nessa experiência de sociedade que elas mesmas criaram uma série de regras:
· Cada criança escolhe a brincadeira na qual tem melhor desempenho, pois sempre quer ganhar.
· Cada criança dá o máximo de si e, se alguém faz “corpo mole”, isso significa que não está levando a brincadeira a sério.
· Uma criança não pode exigir da outra mais que esta pode fazer; portanto, o limite é estabelecido por aquele que menos habilidades têm para determinada brincadeira.
· Quando uma criança diz que não agüenta mais, a outra é obrigada a parar, por mais que queira continuar brincando.
· Se um escolhe uma primeira brincadeira, o outro tem direito a escolher a segunda.
O que não aparece na história, mas pode acontecer, é que, quando uma criança desrespeita o limite da outra, esta geralmente solta um grunhido (“Ah, é assim?”) e parte para briga. Portanto, toda brincadeira pode rapidamente transformar-se em conflito, e os adultos terão muitas dificuldades para identificar quem começou a briga.
Se as crianças aceitam os limites intrínsecos à convivência em uma brincadeira, é porque sabem que não podem brincar fazendo tudo o que têm vontade. Precisam aceitar uma composição, uma sociedade com o outro.
As crianças aprendem a comportar-se em sociedade ao conviver com outras pessoas, principalmente com os próprios pais. A maioria dos comportamentos infantis é aprendida por meio de imitação, da experimentação e da invenção.
Quando os pais permitem que os filhos, por menores que sejam, façam tudo o que desejam, não estão lhes ensinando noções do que podem ou não podem fazer. Os pais usam diversos argumentos para isso: “eles não sabem o que estão fazendo”; “são muito pequenos para aprender”; “vamos ensinar quando forem maiores”; “sabemos que não devemos deixar... mas é tão engraçadinho” etc.
É preciso lembrar que uma criança, quando faz algo pela primeira vez, sempre olha em volta para ver se agradou alguém. Se agradou, repete o comportamento, pois entende que agrado é aprovação, e ela não tem condições de avaliar a adequação do seu gesto.
Portanto, cada vez que os pais aceitam uma contrariedade, um desrespeito, uma quebra de limites, estão fazendo com que seus filhos não compreendam, e rompam o limite natural para seu comportamento em família e em sociedade. Deixar que as situações transcorram sem uma intervenção clara é como se, na brincadeira entre o gordo e o magro, o filho, mesmo ouvindo “aí não vale!” , continuasse correndo; ou como se os pais pedissem para o filho parar, mas este continuasse a enforcá-los. Apesar de ser fisicamente mais fortes, os pais que não reagem à quebra de limites dos filhos acabam permitindo que estes, muito mais fracos, os maltratem, invertendo a ordem natural de que o mais fraco deve respeitar o mais forte.
A força dos pais está em transmitir aos filhos a diferença entre o que é aceitável ou não, adequado ou não, entre o que é essencial e supérfluo, e assim por diante. Pedir um brinquedo é aceitável, mas quebrar o brinquedo meia hora depois de ganha-lo e pedir outro é inaceitável. É importante estabelecer limites bem cedo e de maneira bastante clara porque, mais tarde, será preciso dizer ao adolescente de quinze anos que sair para dar uma volta com o carro do pai não é permitido, e ponto final.
O estudo é essencial; portanto, os filhos têm obrigação de estudar. Caso não o façam, terão sempre que arcar com as conseqüências de sua indisciplina, que deverão ser previamente estabelecidas pelos pais. Só poderão brincar depois de estudar, por exemplo. No que é essencial, os pais deverão dedicar mais tempo para acompanhar de perto se o combinado está sendo levado em consideração. Os filhos precisam entender que têm a responsabilidade de estudar e que seus pais os estão ajudando a cumprir um dever que faz parte da “brincadeira” da vida.
Hoje, os grandes responsáveis pela educação dos jovens – na família e na escola – não estão sabendo cumprir bem seu papel. É a falência da autoridade dos pais em casa, do professor em sala de aula, do orientador na escola. Discussões homéricas surgem nas famílias por causa de indisciplina, dificultando bastante a convivência entre as partes. Mães ficam mal-humoradas porque as crianças bagunçam o quarto e pais se exasperam porque os filhos os filhos se esquecem de apagar a luz. Porém o pior ocorre quando um filho responde mal. Isso lhes estraga o dia.
Muitos alunos também não respeitam seus professores, e essa indisciplina prejudica o ensino e a aprendizagem. Professores e orientadores têm dificuldade em estabelecer limites na sala de aula e não sabem até que ponto devem intervir em comportamentos inadequados que ocorrem nos pátios escolares.
Onde foi que os educadores se perderam? Antes de responder a qualquer pergunta, é preciso levar em conta que essa geração viveu a questão da disciplina de um modo peculiar e sofrido. Para facilitar a compreensão, seguirei a seqüência: primeira, a geração dos avós; segunda, a geração dos pais e professores; terceira, a geração dos jovens.
Pois bem, a primeira geração educou seus filhos de maneira patriarcal, com autoridade vertical – o pai no ápice e os filhos na base. Esta era obrigada a cumprir tudo o que o ápice determinava. Com isso, a segunda geração foi massacrada pelo autoritarismo dos pais, e decidiu refutar esse sistema educacional na educação dos próprios filhos. Na tentativa de proporcionar a eles o que nunca tiveram, os pais da segunda geração acabaram caindo no extremo oposto da primeira: a permissividade
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Sandra Almeida: Alergia ao níquel
Sandra Almeida: Alergia ao níquel: "A alergia ao níquel manifesta-se normalmente como uma alergia de contacto, surgindo na pele um prurido, vermelhidão e umas pequenas vesícula..."
domingo, 7 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
A JANELA DE DEUS
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