quarta-feira, 29 de junho de 2011
ADULTÉRIO - 8 PECADOS
ADULTÉRIO - OITO PECADOS
O adultério é um ato terrível. Porque é um pecado praticado por duas pessoas não é possível escondê-lo por muito tempo dos olhares de terceiros. No adultério estão envolvidas oito violações do código moral de Deus. O PRIMEIRO pecado é aquele praticado contra o próprio adúltero. Por outras palavras, és responsável por todas as conseqüências do teu ato e culpado diante de Deus até tudo ser confessado. Até ao dia em que fores perdoado picar-te-á com o seu aguilhão destruidor e na tua consciência sentar-se-á soberano a ditar pensamentos pecaminosos. O SEGUNDO pecado é contra a tua própria mulher. O adultério é violação dos votos matrimoniais. É um embuste contra a tua esposa e um ato de traição contra outro ser humano que depositou confiança em ti. Também este pecado se apegará à tua consciência para destruir toda a intimidade que é característica importante entre duas pessoas que se amam. Porém o teu olhar se desviará do olhar da tua esposa porque a tua intimidade com ela foi destruída. Sabes que a atraiçoaste e desejas que ela jamais o descubra. Os adúlteros têm esta particularidade: evitam olhar nos olhos daqueles que ofenderam. Vem depois o pecado número TRÊS: pecaste contra o marido da adúltera. O adúltero engana também outro homem, em muitos casos contra um amigo, um membro da família ou um colega de trabalho. Dali em diante o adultério torna-se um terrível obstáculo e um embaraço silencioso na tua personalidade que destrói intimidades de longos anos. Cravaste a faca da traição nas costas do teu melhor amigo, dum membro da tua família, e dali em diante a tua conduta é pretender que nada de errado existe. A isso também se chama pecado mas não o contarei nestes oito. A seguir vem o pecado número QUATRO: pecaste contra a própria parceira do teu ato. Embora a mulher seja parte do teu pecado, foi a tua iniciativa que a provocou a pecar. No princípio de uma relação adúltera existe a oportunidade de escapar à série de conseqüências desastrosas que o ato irá provocar. Falta de discernimento nesse instante fatal leva ao pecado de adultério e arrasta contigo outro ser humano. Vem depois o pecado número CINCO: pecaste contra os teus próprios filhos. Quando o ato é descoberto e exposto à luz resulta na destruição do equilíbrio familiar, na confiança dos filhos nos pais. Magoaste aqueles para quem eras um modelo moral, mesmo para outros familiares e amigos. Os conselhos que deste em matéria de fidelidade à vida familiar são lembrados. Os teus filhos olham agora para ti como um mentiroso, falso e traidor. O respeito que te tinham é destruído e em muitos casos o teu ato afetá-los-á psicológica, moral e espiritualmente. Danificaste o seu respeito pela vida e alguns cometem suicídio. Este pecado contra os teus filhos é extremamente grave pois despedaça a sua fibra moral e faz com que vejam a sociedade onde vivem um ambiente de corrupção e mentira. Em muitos casos destrói por completo a harmonia da vida familiar. Os teus próprios pais voltar-te-ão as costas pois não podem mais ter confiança nas tuas ações, especialmente se tiverem que sofrer parte das conseqüências do teu ato, como seja, tomar conta dos teus filhos em sofrimento. Vem depois o pecado número SEIS: contra os teus próprios amigos. A confiança que tinham em ti desaparecerá. No seu lugar instalar-se-á a suspeita, o ressentimento e a vergonha da tua presença no seu meio. Se consideram o matrimônio sagrado, quando chegas eles pensarão: "atraiçoou a própria esposa, os filhos inocentes, parentes e a nós. Quem será a próxima vítima? Eis um homem adúltero." Vem a seguir o pecado número SETE: pecaste contra a sociedade. Sabes que para se viver numa sociedade equilibrada é importante respeitar o código moral bíblico. Isto é, fazer aos outros o que queres que te façam a ti (Mateus 7:12). Enquanto eras fiel à tua mulher não desejavas que ela adulterasse contra a tua pessoa. Casaste com ela dentro do princípio moral que todos nós temos que obedecer. O marido da mulher com quem adulteraste seguiu também o mesmo princípio. Nenhuma destas quatro pessoas iniciou a sua vida matrimonial com o objetivo preconcebido de um dia cometer adultério. O fato é que ninguém casa com o desejo de praticar tal ato. Assim, a sociedade em que vivemos é afetada pelo adultério e muito sofrimento é causado a espectadores inocentes. Vem depois o pecado número OITO, o último mas não o menor: pecaste contra o próprio Deus. O matrimônio é uma união sagrada, no sentido em que é uma instituição ordenada por Deus na Bíblia. Por causa da dureza do coração do homem há certos casos justificáveis de divórcio, mas não existe no código divino uma única sentença para justificar o adultério. Está escrito: NÃO ADULTERARÁS (Êxodo 20:14). É um mandamento muito claro. Violar este mandamento é pecar abertamente contra Deus Onipotente que ordenou o casamento e proibiu o adultério. As conseqüências desta desobediência são terríveis: INFERNO! A Bíblia nomeia nas suas páginas aqueles que não entrarão no reino de Deus e o adúltero faz parte da lista (1 Cor 6:10). OITO PECADOS, com as suas desastrosas ramificações e conseqüências. Não é porém o pecado imperdoável. O adultério pode ser perdoado e o Senhor Jesus demonstrou-o perdoando uma mulher apanhada no próprio ato. Quando os religiosos daquele tempo a trouxeram aos pés de Jesus para ouvirem dos Seus lábios a confirmação do que estava escrito na lei quanto ao adultério, apedrejamento até à morte, o Senhor sem dizer uma palavra escreveu alguns nomes na areia do chão. Escreveu Ele os nomes de alguns daqueles líderes ou de membros das suas sinagogas que já tinham também cometido adultério? A tragédia do adultério é evidenciada pelo fato das duas partes não se arrependerem juntas. Jesus perdoou a mulher adúltera mas onde se escondeu o homem que a levou a pecar? A agitação causada pelo adultério é como poderosa onda que avança e destrói. No caso do rei David destruiu uma nação. No caso de um homem anônimo causa injúria a muitas pessoas anônimas, esposa, filhos, parentes, amigos e até àqueles que ainda não nasceram. É um pecado perdoável mas deve ser confessado pelas duas partes cedo antes de se tornar a causa de conseqüências graves, a curto e longo prazo. Mas porque é que o homem e a mulher ofendem a Deus com o adultério? Por causa de desobediência. Deus diz NÃO ADULTERARÁS, porém a ordem é ignorada. O princípio universal de conduta moral, isto é, que somos livres para escolher, mas depois somos responsáveis pelos resultados das nossas escolhas, é também aplicado ao adultério. O adúltero diz que o homem é dirigido por fortes emoções físicas impossíveis de controlar. Deus ordena que não cometas adultério. É uma poderosa ordenança. A tua escolha é obedecer a ordem divina ou obedecer as tuas emoções físicas. O resultado não pode ser escolhido. Governar a tua vida pelas tuas paixões internas é muito arriscado porque o pecado jaz à porta do teu coração (Gênesis 4:7). O homem foi criado por Deus para apreciar e obedecer a Sua lei moral, mesmo em condições as mais primitivas. Escolhe o adultério mas não poderás alterar as suas desastrosas conseqüências. Se todos nós vivêssemos numa sociedade onde todos adulteravam uns contra os outros, a vida familiar não existiria porque todos praticavam a mentira, a desonestidade e a ofensa e a vida seria insuportável. Ninguém acreditaria no seu próximo e os filhos pagariam um preço terrível pelos nossos pecados. Deus puni-los-ia por causa do nosso pecado (Êxodo 20:5b). Nesse tipo de sociedade, onde toda a gente seria desleal e mentirosa, o amor e o bem não poderiam florescer. Significaria auto destruição como nos dias de Noé. O adultério é terrível porque cria circunstâncias e conseqüências que não podem ser alteradas e magoa muitas vítimas inocentes. Qual é então a razão porque um homem comete adultério? Um homem está inclinado e disposto a infligir angústia e sofrimento à sua esposa, aos seus filhos e outros, e a violar importante princípio moral contra ele próprio simplesmente porque inclina o seu ouvido e obedece à sugestão do diabo (Provérbios 7:1-5; 23:27-28). NÃO ADULTERARÁS. "Assim, o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará. Porque os ciúmes enfurecerão o marido; de maneira nenhuma perdoará no dia da vingança. Não aceitará nenhum resgate, nem se conformará por mais que aumentes os presentes." Provérbios 6:32-35
terça-feira, 28 de junho de 2011
A Igreja Contra-Ataca
A Igreja Contra-Ataca
Estamos em guerra! a família está sob o maior ataque da história, especialmente no Brasil. Leis heterodoxas foram ou serão aprovadas por meio de táticas que lembram as estratégias militares. Contra a família estão unidos todos os poderes conhecidos, incluindo os tradicionais poderes da República que estão nessa frente de batalha de uma forma contundente. Todos de mãos dadas aprovando, sancionando e criando leis que degeneram a estrutura familiar. Outros poderes também se engajam nessa luta que, para nós, parece inglória, apenas parece. Também a mídia (conhecida como o quarto poder) assume clara liderança nessa campanha. Não apenas por tentar manipular tendenciosamente a opinião pública, mas também por filtrar e adaptar as informações como lhe convêm. São verdadeiros criadores de sofismas e bravatas veiculados nos noticiários, nas entrevistas, nas novelas etc.. Mancomunada a estes poderes impressionantes, encontra-se a igreja corrompida. Muitos defendem que não vale à pena lutar contra a tendência degeneradora dos nossos dias, ao contrário, deve-se apoiá-la como se isso fosse uma atitude mais inteligente. Aqui é necessário que eu me posicione contrário a toda essa situação degradante. Discordo veementemente contra as armas usadas para destruir a família, sendo que uma delas foi disparada na semana passada, tendo sido aprovada pelo Supremo Tribunal Federal. Vejamos quais são as atitudes destrutivas:
1. União Estável entre pessoas do mesmo sexo.
Foi aprovado no STF, ainda que não possibilite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o reconhecimento da união homossexual como tendo o mesmo status de casamento heterossexual. A questão aqui não é o que as pessoas fazem das suas vidas, mas a abertura para que isso seja considerado normal, ainda que a mais elementar lógica nos mostre o contrário. Apenas como exemplo, jamais dois homens ou duas mulheres poderiam gerar filhos, mas essa lei humanista acaba por permitir aquilo que é naturalmente impossível pela lei divina.
2. PL 122 - Lei da Homofobia.
Nesse mesmo sentido virá a Lei da Homofobia. Talvez não seja encontrado em outro lugar nesse mundo espaço para tantas contradições. Em nome da liberdade, promovem a mordaça; em nome da tolerância (a intolerância; em nome do amor) o ódio. Não há respeito sequer às cláusulas pétreas contidas na Constituição (que já foi chamada de Constituição Cidadã), pois a liberdade de expressão, de culto e de crença está para ser extinta. Entretanto, não nos calaremos. Ao contrário, leremos e pregaremos a Bíblia, chamaremos o pecado de pecado, ainda que isso nos custe a própria vida ou a intolerância da massa.
3. Proibição da Palmadinha.
Querem ensinar como educar nossos filhos. Se a Bíblia diz que devemos disciplinar com a vara, para não perdermos nossos filhos, eles proíbem, achando que estão fazendo um grande bem às crianças. Não estamos dispostos a obedecer a essa regra, ainda que seja sancionada pelas maiores autoridades do país, pois afrontam a única fonte de autoridade do mundo, uma vez que todos estão debaixo do senhorio de Cristo. Portanto, nossos filhos continuarão a receber a disciplina com vara, pois antes importa obedecer a Deus do que a homens.
4. Proibição da Educação no Lar.
A proibição da educação no lar é o maior absurdo jamais visto. Trata-se de uma arbitrariedade que também precisa ser desmascarada, pois eles querem ter o controle absoluto da mente dos nossos filhos. Todas as filosofias e sutilezas humanistas são ensinadas aos nossos filhos nas escolas por cosmovisões contraditórias que tentam destruir a única Verdade sem contradições. Mesmo que aqui haja apenas a ponta do iceberg, certamente haverá resistência. Não pensem que marcharemos nas avenidas ou nos prédios públicos empunhando bandeiras coloridas, ou aos gritos como se essa guerra pudesse ser perdida. Não, ela não pode ser derrotada. Lembremos que enquanto ...os Príncipes conspiram contra o Senhor... o Senhor zomba deles... e no Seu tempo há de falar e confundi-los (Sl.2.1-6). Ressalto que o presente texto não foi escrito como se a batalha já estivesse perdida. Essa guerra será vencida pela Igreja verdadeira, afinal de contas, as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt.16.18b). Nunca fecharemos a Bíblia, nunca poderão calar a nossa boca. Ensinaremos os nossos filhos por meio da disciplina que utiliza a vara do amor. Pregaremos a Palavra que declara o homossexualismo como pecado e ensinaremos a todos que Deus estabeleceu a união entre um homem e uma mulher como o único e verdadeiro matrimônio. O niilismo decreta a morte de Deus; alguns deliram na hipótese dele estar certo (Richard Dowkins - Deus, Um Delírio), mas inculcando-se por sábios, se tornam loucos em seus próprios raciocínios... insensatos e a consequência disso é a desonra do corpo em libertinagem generalizada (Rm.1.18-32). Concluo afirmando que a presente resposta é baseada apenas no amor, no verdadeiro amor. Nossa base está no mesmo Salmo onde é dito que o Senhor zomba dos inimigos por causa da conspiração e, ao mesmo tempo, é proclamada a Palavra para aqueles que atacam as bases da nossa fé. Não há desespero por parte do salmista que se levanta no meio dos inimigos e diz: Sejam prudentes reis, (presidentes) e se deixem advertir, juízes da terra. Temei ao Senhor. Sintam tremor diante dele... pois haverá um dia em que Sua ira se manifestará (Sl.2.10-12). Nesse dia, cada um responderá pelos seus atos contrários àquilo que está estabelecido por Deus na Criação. Nosso papel, como Igreja do Senhor, é manter firme e ousadamente essa declaração, sabendo que em tudo seremos atribulados, mas jamais angustiados; em tudo seremos perplexos, mas nunca desanimados; em tudo seremos perseguidos, mas em nenhuma hipótese desamparados; poderemos até ser por algum tempo abatidos; mas nunca seremos destruídos (II Cor.4.8-9).
Rev. Samuel Vitalino - Pastor da Igreja Presbiteriana de Brotas, Bahia.
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons” (L.King).
domingo, 26 de junho de 2011
" O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO "
" O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO "
Texto de José Antônio Oliveira de Resende, Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João Del-Rei.
Texto de José Antônio Oliveira de Resende, Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João Del-Rei.
(Esta crônica retrata a minha vida e a de quase todos que irão lê-la).
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de “pára-quedas” mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. – Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável! A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa. Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade... Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite. O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores. Hoje os amigos se transformaram em televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite... Que saudade do compadre e da comadre!
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de “pára-quedas” mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. – Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável! A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa. Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade... Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite. O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores. Hoje os amigos se transformaram em televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite... Que saudade do compadre e da comadre!
O PREÇO DE UM MILAGRE
O PREÇO DE UM MILAGRE
| Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão. Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros. Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio. Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou! - O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta. - Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre. - Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico. - O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre. - Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo. - Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa. O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava. - Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro. - Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande. - Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso. - Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos! Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse: - Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.. Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa. Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa: - Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria? A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! + Mais a fé de uma criancinha. Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos. Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola pra frente! Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você! Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu. Hoje eu passo a bola da amizade para você. Passe-a para alguém que seja um amigo seu. MEU JURAMENTO PARA VOCÊ. Quando você estiver triste... Irei secar suas lágrimas. Quando você estiver com medo... Eu lhe darei conforto. Quando você estiver preocupado... Vou lhe dar esperança. Quando você estiver confuso... Vou ajudá-lo a enxergar. E quando você estiver perdido... E não puder ver a luz, vou ser o seu farol... Brilhando cada vez mais. Este é o meu juramento... Prometo até o fim... Por quê? Você pode perguntar... Porque você é Meu amigo. Assinado: DEUS Instantaneamente quando você receber esta mensagem, você está sendo requisitado para reenviá-la para outras pessoas, incluindo a pessoa que a enviou a você. P.S.: Ah, sim, estamos precisando de um GRANDE milagre! Obrigado por suas orações.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Programa Sagrada Família
Ouçam todos os domingos, das 09h30min. às 11horas, programa Sagrada Família. Produção e apresentação minha. Um programa independente, com todo o conteúdo católico.
Ouçam pela Rádio Regional Jovempan AM ou acessem: www.radioregionaljp.com.br
Ouçam pela Rádio Regional Jovempan AM ou acessem: www.radioregionaljp.com.br
terça-feira, 21 de junho de 2011
Reflexões: DE ONDE VEM A NOSSA FORÇA
Reflexões: DE ONDE VEM A NOSSA FORÇA: " Ouvi num domingo, na igreja, a história de uma família de refugiados do Leste europeu, forçada a sair de casa por tropas invasoras. Perc..."
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Lançando Sementes: Oração de Renúncia
Lançando Sementes: Oração de Renúncia: "Em nome de Jesus Cristo, pelo poder do Seu Sangue, pelas Suas Santas Chagas, pela intercessão da Virgem Maria, de todos os Anjos e Santos de..."
domingo, 19 de junho de 2011
MARIA, A MÃE DE DEUS
Maria a Mãe de Deus ...
Lê-se em Lc 1, 41-42: ” Aconteceu que, mal Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança saltou em seu ventre; e Isabel, cheia do Espírito Santo , exclamou em voz alta: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! “
Por que então Isabel saudou Maria com tanto entusiasmo? É que o Espírito lhe abriu a mente para captar o mistério que Maria escondia, mistério que a faz efetivamente a mais bendita entre todas as mulheres da terra.
Por um momento na história Maria é o centro do desígnio de Deus. Por ela passam e se cruzam todos os caminhos. Com efeito, nela se encontram as duas Pessoas divinas que foram enviadas pelo Pai, o Filho e o Espírito. Primeiro o Espírito. Este desce sobre ela e arma nela a sua tenda, quer dizer, mora definitivamente em Maria. É o que o texto de Lc 1,35 deixa em luz cristalina. Estabelece-se uma relação única entre o Espírito e Maria. Ela é assumida pelo Espírito de forma tão radical que ela é elevada à altura do Divino. Por esta razão Lucas diz: “por causa disso, o Santo gerado será chamado Filho de Deus” (1,35). O Filho de Deus só pode provir de alguém feito Deus. Maria, portanto, é o templo vivo do Espírito.
Esse Espírito em Maria faz com que dela nasça o Filho de Deus encarnado. Maria empresta a sua carne. O Espírito vai gestando a santa humanidade de Deus a partir de Maria. Num momento preciso da história, quando ela diz ao anjo Sim, se fazem presente nela o Espírito que nela mora e o Filho eterno que começa a crescer como o seu filho. Dignidade maior não existe. Por isso Isabel tem razão em seu júbilo: Maria é bendita entre todas as mulheres do universo.
Lê-se em Lc 1, 41-42: ” Aconteceu que, mal Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança saltou em seu ventre; e Isabel, cheia do Espírito Santo , exclamou em voz alta: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! “
Por que então Isabel saudou Maria com tanto entusiasmo? É que o Espírito lhe abriu a mente para captar o mistério que Maria escondia, mistério que a faz efetivamente a mais bendita entre todas as mulheres da terra.
Por um momento na história Maria é o centro do desígnio de Deus. Por ela passam e se cruzam todos os caminhos. Com efeito, nela se encontram as duas Pessoas divinas que foram enviadas pelo Pai, o Filho e o Espírito. Primeiro o Espírito. Este desce sobre ela e arma nela a sua tenda, quer dizer, mora definitivamente em Maria. É o que o texto de Lc 1,35 deixa em luz cristalina. Estabelece-se uma relação única entre o Espírito e Maria. Ela é assumida pelo Espírito de forma tão radical que ela é elevada à altura do Divino. Por esta razão Lucas diz: “por causa disso, o Santo gerado será chamado Filho de Deus” (1,35). O Filho de Deus só pode provir de alguém feito Deus. Maria, portanto, é o templo vivo do Espírito.
Esse Espírito em Maria faz com que dela nasça o Filho de Deus encarnado. Maria empresta a sua carne. O Espírito vai gestando a santa humanidade de Deus a partir de Maria. Num momento preciso da história, quando ela diz ao anjo Sim, se fazem presente nela o Espírito que nela mora e o Filho eterno que começa a crescer como o seu filho. Dignidade maior não existe. Por isso Isabel tem razão em seu júbilo: Maria é bendita entre todas as mulheres do universo.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Como devemos rezar?
ORAÇÃO DO ZÉ.
No interior de Minas Gerais vivia um homem que se chamava José.Todos os dias antes de trabalhar na lavoura ele passava na igreja local, entrava,ia ao sacrário e se ajoelhava.Depois saia para trabalhar.Todos os dias lá estava ele fazendo o mesmo ritual,entreva se ajoelhava e ia embora.O padre que observava sua atitude,foi perguntar porque rezava tão rapido,e a resposta foi imediata:Eu não sei ler nem escrever.Não conheço as orações que voces conhecem e muito menos sei falar as palavras bonitas que falam.Eu somente chego aqui em frente,olho para ELE e digo :Jesus aqui é o Zɨ. E assim se passaram anos e anos,até que um dia o ZÉ não apareceu.Depois de uma semana o padre preocupado procurou a saber noticias do ZÉ.Descobriu que ele havia sido atropelado e estava internado no hospital.O padre foi então visitalo,mas antes procurou uma enfermeira para saber como ele estava.O ZÉ esta muito bem! O impressionante é que desde que ele chegou aqui todos estão muito felizes e se recuperando mais! O padre entrou no seu quarto e perguntou:ZÉ o que vc fez para motivar todos aqui?Eu não fiz nada é a visita que eu recebo todos os dias ¨,respondeu o padre sabia que ele não tinha familia ,amigos e ou pessoas que se preocupassem com ele,mais ainda assim perguntou:Que visita tão maravilhosa é essa?Com um grande sorriso no rosto ele respondeu: Todos os dias exatamente no mesmo horário em que eu ia na igreja, JESUS chega bem perto de minha cama e diz ZÉ aqui é JESUS.
ORAÇÃO SEM NOME Este poema foi encontrado,em pleno campo de batalha,no bolso de um soldado morto. Escuta Deus: jamais falei contigo. Hoje quero saudar-te, Bom dia! Como vais? Sabes? Disseram que tu não existe,e eu tolo acreditei que era verdade. Nunca havia reparado a tua obra.Ontem á noite da trincheira rasgada por granadas,vi teu céu estrelado, e compreendi,então,que me enganaram. Não sei se apertarás a minha mão.Vou te explicar e hás de compreender. É engraçado:neste inferno hediondo achei a luz para enxergar teu rosto.Dito isto,já não tenho muito coisa a te contar:só que... que... tenho muito prazer em conhecer-te. Faremos um ataque á meia-noite.Não sinto medo.DEUS, sei que tu velas...Ah! é o clarim! Bom Deus,deve ir-me embora.Gostei de ti,vou ter saudades... Quero dizer: será cruenta a luta, bem sabes, e esta noite pode ser que eu vá bater-te á porta! Muitos amigos não fomos, é verdade. Mas... sim,estou chorando! Vês, Deus,penso que já não sou tão mau.Bem Deus tenho que ir. Sorte é coisa bem rara: Juro,porém:já não receio a morte...
No interior de Minas Gerais vivia um homem que se chamava José.Todos os dias antes de trabalhar na lavoura ele passava na igreja local, entrava,ia ao sacrário e se ajoelhava.Depois saia para trabalhar.Todos os dias lá estava ele fazendo o mesmo ritual,entreva se ajoelhava e ia embora.O padre que observava sua atitude,foi perguntar porque rezava tão rapido,e a resposta foi imediata:Eu não sei ler nem escrever.Não conheço as orações que voces conhecem e muito menos sei falar as palavras bonitas que falam.Eu somente chego aqui em frente,olho para ELE e digo :Jesus aqui é o Zɨ. E assim se passaram anos e anos,até que um dia o ZÉ não apareceu.Depois de uma semana o padre preocupado procurou a saber noticias do ZÉ.Descobriu que ele havia sido atropelado e estava internado no hospital.O padre foi então visitalo,mas antes procurou uma enfermeira para saber como ele estava.O ZÉ esta muito bem! O impressionante é que desde que ele chegou aqui todos estão muito felizes e se recuperando mais! O padre entrou no seu quarto e perguntou:ZÉ o que vc fez para motivar todos aqui?Eu não fiz nada é a visita que eu recebo todos os dias ¨,respondeu o padre sabia que ele não tinha familia ,amigos e ou pessoas que se preocupassem com ele,mais ainda assim perguntou:Que visita tão maravilhosa é essa?Com um grande sorriso no rosto ele respondeu: Todos os dias exatamente no mesmo horário em que eu ia na igreja, JESUS chega bem perto de minha cama e diz ZÉ aqui é JESUS.
ORAÇÃO SEM NOME Este poema foi encontrado,em pleno campo de batalha,no bolso de um soldado morto. Escuta Deus: jamais falei contigo. Hoje quero saudar-te, Bom dia! Como vais? Sabes? Disseram que tu não existe,e eu tolo acreditei que era verdade. Nunca havia reparado a tua obra.Ontem á noite da trincheira rasgada por granadas,vi teu céu estrelado, e compreendi,então,que me enganaram. Não sei se apertarás a minha mão.Vou te explicar e hás de compreender. É engraçado:neste inferno hediondo achei a luz para enxergar teu rosto.Dito isto,já não tenho muito coisa a te contar:só que... que... tenho muito prazer em conhecer-te. Faremos um ataque á meia-noite.Não sinto medo.DEUS, sei que tu velas...Ah! é o clarim! Bom Deus,deve ir-me embora.Gostei de ti,vou ter saudades... Quero dizer: será cruenta a luta, bem sabes, e esta noite pode ser que eu vá bater-te á porta! Muitos amigos não fomos, é verdade. Mas... sim,estou chorando! Vês, Deus,penso que já não sou tão mau.Bem Deus tenho que ir. Sorte é coisa bem rara: Juro,porém:já não receio a morte...
domingo, 12 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
O Espírito Santo é a força para quem está fraco - Márcio Mendes, CN
O Espírito Santo é a força para quem está fraco
Mensagem de Márcio Mendes no programa "Sorrindo pra Vida", da TV Canção Nova, nesta segunda-feira, dia 6 de junho de 2011.
Ouça:
OBS.: Se o áudio estiver baixo para você, aumente o som do computador.
Ao ir para a página do Podcast 'Sorrindo pra Vida' , você encontrará, abaixo de cada um deles, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3.
A Palavra meditada hoje está em Atos 1, 1-8
"Nem a doença é capaz de parar uma pessoa cheia do Espírito", ensina-nos Márcio Mendes
Foto:Arquivo/CN
Após a morte e sepultamento, Jesus mostrou-se vivo. Depois da ressurreição, Cristo dá uma direção aos apóstolos: "Sereis batizados no Espírito Santo". "Batizar" quer dizer "mergulhar", "colocar de molho", a água penetra nos tecidos que foram mergulhados nela. Esse batismo tem uma força sobrenatural. É uma promessa para todos os que creem.
O que é ser testemunha de Cristo? Não é somente contar o que o Senhor fez, mas sim viver como Ele viveu, é deixar de testamento a nossa vida. Quem tem o Espírito Santo faz o que Jesus fez. O Espírito é a força para quem não tem força. E quando você se percebe fraco, é aí que vem a força do alto para sustentá-lo. Na vida vamos nos encontrando com nossas fragilidades nas enfermidades, nas mágoas, nas adversidades. Nesses momentos de fraqueza o Espírito Santo vem sobre nós.
Se você quer ser cheio do Espírito Santo olhe para a vida de Jesus Cristo. O Espírito Santo Paráclito age curando nosso coração, pela fé vencemos o mal no corpo e no coração. Aquele que Deus pôs de pé, força humana nenhuma pode derrubar.
Temos ainda no Evangelho uma passagem bem interessante: Jesus foi ao deserto conduzido pelo Espírito Santo e venceu a tentação, Ele foi a força e companhia de Cristo. Assim Ele [Espírito Santo] é conosco: nos guia para vencermos a tentação e nos premia com Sua presença em nossa vida. Cada vez que nós vencemos o pecado e retiramos os entulhos de nosso interior, nos tornamos mais cheios do Espírito Santo de Deus. Encha-se, encharque-se desse mesmo Espírito! Tenha atitudes de alguém que é conduzido por Ele: ame, perdoe, comporte-se como uma pessoa cheia da presença viva de Deus. Nem a doença é capaz de parar uma pessoa assim. No entanto, sem a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade nós não conseguimos nem rezar. Por essa razão, quando lhe faltar essa vontade de orar, peça a força do Espírito Santo.
As decepções não nos dão o direito de abandonar a fé e as pessoas que estão à nossa volta e que erram conosco, pois também erramos com os demais. É preciso ter a capacidade de perdoar ao outro e de perdoar a si mesmo.
Esteja atento à tentação de não rezar, é rezando que aprendemos a fazê-lo. O demônio é esperto e nos retira da oração e da família e nos motiva a entrar de cabeça no ativismo, que é tão terrível como o comodismo. Meus irmãos, é preciso parar para rezar. O primeiro sintoma do ativismo é a pessoa dizer não ter tempo para rezar.
Quando você for rezar, tenha um coração honesto diante de Deus, derrame diante d'Ele a sua verdade, com certeza, Ele virá em seu socorro. Faça essa experiência com a oração no dia de hoje, tendo como companheiro o Espírito Santo de Deus.
Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova
Mensagem de Márcio Mendes no programa "Sorrindo pra Vida", da TV Canção Nova, nesta segunda-feira, dia 6 de junho de 2011.
Ouça:
OBS.: Se o áudio estiver baixo para você, aumente o som do computador.
Ao ir para a página do Podcast 'Sorrindo pra Vida' , você encontrará, abaixo de cada um deles, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3.
A Palavra meditada hoje está em Atos 1, 1-8
"Nem a doença é capaz de parar uma pessoa cheia do Espírito", ensina-nos Márcio Mendes
Foto:Arquivo/CN
Após a morte e sepultamento, Jesus mostrou-se vivo. Depois da ressurreição, Cristo dá uma direção aos apóstolos: "Sereis batizados no Espírito Santo". "Batizar" quer dizer "mergulhar", "colocar de molho", a água penetra nos tecidos que foram mergulhados nela. Esse batismo tem uma força sobrenatural. É uma promessa para todos os que creem.
O que é ser testemunha de Cristo? Não é somente contar o que o Senhor fez, mas sim viver como Ele viveu, é deixar de testamento a nossa vida. Quem tem o Espírito Santo faz o que Jesus fez. O Espírito é a força para quem não tem força. E quando você se percebe fraco, é aí que vem a força do alto para sustentá-lo. Na vida vamos nos encontrando com nossas fragilidades nas enfermidades, nas mágoas, nas adversidades. Nesses momentos de fraqueza o Espírito Santo vem sobre nós.
Se você quer ser cheio do Espírito Santo olhe para a vida de Jesus Cristo. O Espírito Santo Paráclito age curando nosso coração, pela fé vencemos o mal no corpo e no coração. Aquele que Deus pôs de pé, força humana nenhuma pode derrubar.
Temos ainda no Evangelho uma passagem bem interessante: Jesus foi ao deserto conduzido pelo Espírito Santo e venceu a tentação, Ele foi a força e companhia de Cristo. Assim Ele [Espírito Santo] é conosco: nos guia para vencermos a tentação e nos premia com Sua presença em nossa vida. Cada vez que nós vencemos o pecado e retiramos os entulhos de nosso interior, nos tornamos mais cheios do Espírito Santo de Deus. Encha-se, encharque-se desse mesmo Espírito! Tenha atitudes de alguém que é conduzido por Ele: ame, perdoe, comporte-se como uma pessoa cheia da presença viva de Deus. Nem a doença é capaz de parar uma pessoa assim. No entanto, sem a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade nós não conseguimos nem rezar. Por essa razão, quando lhe faltar essa vontade de orar, peça a força do Espírito Santo.
As decepções não nos dão o direito de abandonar a fé e as pessoas que estão à nossa volta e que erram conosco, pois também erramos com os demais. É preciso ter a capacidade de perdoar ao outro e de perdoar a si mesmo.
Esteja atento à tentação de não rezar, é rezando que aprendemos a fazê-lo. O demônio é esperto e nos retira da oração e da família e nos motiva a entrar de cabeça no ativismo, que é tão terrível como o comodismo. Meus irmãos, é preciso parar para rezar. O primeiro sintoma do ativismo é a pessoa dizer não ter tempo para rezar.
Quando você for rezar, tenha um coração honesto diante de Deus, derrame diante d'Ele a sua verdade, com certeza, Ele virá em seu socorro. Faça essa experiência com a oração no dia de hoje, tendo como companheiro o Espírito Santo de Deus.
Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A RENÚNCIA AO PECADO
A RENÚNCIA AO PECADO
A renúncia ao pecado é nossa resposta ao amor de Deus por nós.
Deus nos ama incondicionalmente; estejamos em pecado ou em graça, Ele nos ama. Não precisamos nem devemos esperar ser livres de pecado para procurarmos a intimidade com Deus: Ele nos quer neste exato momento, agora mesmo, na situação em que estivermos.
Não poucas pessoas têm receio de continuar em pecado, mesmo depois de fazer a Consagração Total. Outras passam por um sofrimento enorme ao se verem caindo nos mesmos pecados graves, já costumeiros, a poucos dias de se consagrarem.
O receio de cair em pecado é inútil, pois, enquanto vivemos neste mundo, sempre cairemos em pecado! É verdade que não queremos pecar. Com a graça divina e nosso esforço em perseverar no bem, os pecados deverão ser cada vez menos graves, até serem involuntários; porém sempre seremos pecadores enquanto estivermos neste mundo. Quanto a isso, portanto, não nos enganemos: mesmo sem querer pecar, cairemos em pecado: o importante é fazermos todo o possível para evitá-lo. Deus, que conhece nosso coração e nossas intenções a fundo, irá nos curando dos pecados mais graves, pela intercessão de Maria Santíssima.
Quanto ao sofrimento pelo pecado cometido, ele é já um sinal de nosso arrependimento, porque temos consciência de ter magoado Aquele que mais nos ama. Tenhamos ânimo nessa situação, contemos com a Misericórdia de Deus, indo nos confessar o mais rápido possível. Deus sempre perdoa o pecador sinceramente arrependido. Ele é o Pai pródigo de amor (isto é, que derrama com abundância Seu amor), que corre ao encontro do filho que esbanjou Seus bens (Suas graças) mas que volta à casa, arrependido: “Pequei contra o Céu e contra ti...” Sintam o abraço amoroso do Pai que espera ansioso por nossa volta!
Outro ponto: tentação não é pecado. A tentação, dizem alguns, é como um passarinho que fica voando ao redor de nossa cabeça; só não podemos permitir que ele faça “ninho”! Temos pensamentos ruins, sonhos estranhos, ouvimos conversas nem sempre saudáveis, porém não devemos permitir que criem raízes em nossa imaginação. Dar atenção à tentação e diminuir a gravidade do pecado, são enganos perigosos nos quais não devemos cair. Pensar: “faço isso, depois me confesso” - já é um pecado, pois é contar com o perdão de Deus mas desejando cometer o pecado! Isso é ser insensato: se queremos o perdão de Deus, não queremos cometer pecados e nos arrependemos dos que já cometemos.
Ao contrário do que o mundo nos sugere, a preocupação em não cair em pecado é libertadora. O pecado é que se torna um laço para nós, pois um pecado chama outro e mais outro, e ficamos como alguém que tenta correr na areia movediça: afundamos cada vez mais!
Deus não nos fez para o pecado. Sempre que nos depararmos com uma tentação, seja uma imagem na TV, em revistas, um texto no jornal, uma conversa, lembremo-nos disso: Deus não nos fez para o pecado... Porque o pecado aprisiona, e Deus nos fez livres!
Uma amiga, em seu caminho de conversão, perguntou em um grupo de oração: o que é pecado? A resposta foi algo assim: “você descobrirá isso em seu coração”. Resposta curiosa! Pois poderiam ter feito uma lista de pecados e suas conseqüências espirituais, morais e materiais, mas não! Responderam com base no que o próprio Jesus disse: é o Espírito Santo (o Paráclito) que nos convence a respeito do pecado. Vamos conferir essa passagem no Evangelho segundo João, capítulo 16, versículos 7 a 11 (Jo 16, 7-11):
7Entretanto, digo-vos a verdade: convém a vós que eu vá! Porque, se eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei. 8E, quando ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da justiça e do juízo. 9Convencerá o mundo a respeito do pecado, que consiste em não crer em mim. 10Ele o convencerá a respeito da justiça, porque eu me vou para junto do meu Pai e vós já não me vereis; 11ele o convencerá a respeito do juízo, que consiste em que o príncipe deste mundo já está julgado e condenado.
Fonte: www.cidadaodosinfinito.com
ANE Brasil
A renúncia ao pecado é nossa resposta ao amor de Deus por nós.
Deus nos ama incondicionalmente; estejamos em pecado ou em graça, Ele nos ama. Não precisamos nem devemos esperar ser livres de pecado para procurarmos a intimidade com Deus: Ele nos quer neste exato momento, agora mesmo, na situação em que estivermos.
Não poucas pessoas têm receio de continuar em pecado, mesmo depois de fazer a Consagração Total. Outras passam por um sofrimento enorme ao se verem caindo nos mesmos pecados graves, já costumeiros, a poucos dias de se consagrarem.
O receio de cair em pecado é inútil, pois, enquanto vivemos neste mundo, sempre cairemos em pecado! É verdade que não queremos pecar. Com a graça divina e nosso esforço em perseverar no bem, os pecados deverão ser cada vez menos graves, até serem involuntários; porém sempre seremos pecadores enquanto estivermos neste mundo. Quanto a isso, portanto, não nos enganemos: mesmo sem querer pecar, cairemos em pecado: o importante é fazermos todo o possível para evitá-lo. Deus, que conhece nosso coração e nossas intenções a fundo, irá nos curando dos pecados mais graves, pela intercessão de Maria Santíssima.
Quanto ao sofrimento pelo pecado cometido, ele é já um sinal de nosso arrependimento, porque temos consciência de ter magoado Aquele que mais nos ama. Tenhamos ânimo nessa situação, contemos com a Misericórdia de Deus, indo nos confessar o mais rápido possível. Deus sempre perdoa o pecador sinceramente arrependido. Ele é o Pai pródigo de amor (isto é, que derrama com abundância Seu amor), que corre ao encontro do filho que esbanjou Seus bens (Suas graças) mas que volta à casa, arrependido: “Pequei contra o Céu e contra ti...” Sintam o abraço amoroso do Pai que espera ansioso por nossa volta!
Outro ponto: tentação não é pecado. A tentação, dizem alguns, é como um passarinho que fica voando ao redor de nossa cabeça; só não podemos permitir que ele faça “ninho”! Temos pensamentos ruins, sonhos estranhos, ouvimos conversas nem sempre saudáveis, porém não devemos permitir que criem raízes em nossa imaginação. Dar atenção à tentação e diminuir a gravidade do pecado, são enganos perigosos nos quais não devemos cair. Pensar: “faço isso, depois me confesso” - já é um pecado, pois é contar com o perdão de Deus mas desejando cometer o pecado! Isso é ser insensato: se queremos o perdão de Deus, não queremos cometer pecados e nos arrependemos dos que já cometemos.
Ao contrário do que o mundo nos sugere, a preocupação em não cair em pecado é libertadora. O pecado é que se torna um laço para nós, pois um pecado chama outro e mais outro, e ficamos como alguém que tenta correr na areia movediça: afundamos cada vez mais!
Deus não nos fez para o pecado. Sempre que nos depararmos com uma tentação, seja uma imagem na TV, em revistas, um texto no jornal, uma conversa, lembremo-nos disso: Deus não nos fez para o pecado... Porque o pecado aprisiona, e Deus nos fez livres!
Uma amiga, em seu caminho de conversão, perguntou em um grupo de oração: o que é pecado? A resposta foi algo assim: “você descobrirá isso em seu coração”. Resposta curiosa! Pois poderiam ter feito uma lista de pecados e suas conseqüências espirituais, morais e materiais, mas não! Responderam com base no que o próprio Jesus disse: é o Espírito Santo (o Paráclito) que nos convence a respeito do pecado. Vamos conferir essa passagem no Evangelho segundo João, capítulo 16, versículos 7 a 11 (Jo 16, 7-11):
7Entretanto, digo-vos a verdade: convém a vós que eu vá! Porque, se eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei. 8E, quando ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da justiça e do juízo. 9Convencerá o mundo a respeito do pecado, que consiste em não crer em mim. 10Ele o convencerá a respeito da justiça, porque eu me vou para junto do meu Pai e vós já não me vereis; 11ele o convencerá a respeito do juízo, que consiste em que o príncipe deste mundo já está julgado e condenado.
Fonte: www.cidadaodosinfinito.com
ANE Brasil
sábado, 4 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Vencendo as aflições
Formações
Vencendo as aflições
Jesus pode eliminar a sua tristeza na raiz!
Em algumas situações específicas em que duas pessoas eram condenadas à morte, na época do Império Romano, os romanos costumavam aplicar uma pena extremamente cruel. Amarravam as duas pessoas uma à outra, rosto com rosto, braço com braço, mão com mão, perna com perna, e assim por diante; depois matavam apenas uma delas e as colocavam ambas no sepulcro, amarradas. À medida que o cadáver ia se decompondo, liberava substâncias que consumiam em vida o corpo daquela que com ele estava amarrada.
Dessa maneira, podemos entender melhor a que São Paulo aludia ao dizer: "Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?" (Rm 7,24). Ele não falava de seu corpo físico, mas do corpo do pecado ao qual estava amarrado.
Qual aquele condenado, não temos forças para nos livrar deste corpo de pecado que nos consome; estamos de tal maneira amarrados a ele que parecemos formar um só corpo com ele, e não estamos amarrados por fora, mas por dentro, em nosso coração. Precisamos de alguém que nos desamarre e nos livre desse corpo que nos mata e que nos faz apodrecer em vida.
Os cristãos são o suave odor de Cristo, mas, quando se tem um corpo de pecado trancado no coração, o próprio coração se corrompe e começa a empestear, com o mau cheiro, o ar à sua volta. Dessa forma, em vez de ser causa de alegria e felicidade para si e para os outros, torna-se causa de sofrimento e infelicidade porque se afasta de Deus e entra em discórdia com as pessoas para defender interesses egoístas.
A verdade é que somos as primeiras vítimas desse mal; sentimo-nos tristes, abatidos e abandonados porque somos pecadores, porque, em nosso coração, vive uma lepra chamada pecado, que o insensibilizou à presença amorosa de Deus. E o pior é que não podemos fugir dele como se foge de uma pessoa desagradável; não podemos fugir, porque o pecado nos fala de dentro do nosso coração (cf. Sl 36,2); nós o levamos conosco para onde vamos.
Tenha certeza: o pecado é o motivo de sua tristeza, e só Jesus pode lhe devolver a alegria verdadeira. É necessário que o Senhor o liberte desse mal, mate essa lepra e mude seu coração corrompido em um novo coração. Toda pessoa que pensa ser impossível que seus pecados lhe sejam perdoados, entra em desespero e, com o seu desespero, torna o seu estado pior do que era antes. Então, tenha confiança em Deus!
Se você alguma vez já se sentiu perdido e, por causa de alguma coisa que fez, teve medo de cair no inferno, sentiu-se desolado e sem forças, se depois de repetidas lutas contra um mesmo pecado mais uma vez você foi vencido por ele e sentiu vontade de desistir, tenho uma ótima notícia para você: Só quem assim se sentiu pode experimentar o que é ser salvo pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, e este mesmo Jesus pode eliminar a sua tristeza na raiz!
(Do livro: "Vencendo Aflições – Alcançando Milagres").
Márcio Mendesmarciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros "Quando só Deus é a resposta" e "Vencendo aflições, alcançando milagres".
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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