domingo, 21 de agosto de 2011

A LIÇÃO DA BORBOLETA

A LIÇÃO DA BORBOLETA
Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. A Lição da Borboleta
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte. Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver. Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar. Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades. Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava."
Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los. Envie esta mensagem a seus amigos e mostre o quanto você se importa com eles. Envie isto a todo mundo a quem você considera um AMIGO, mesmo que isso signifique mandar para a mesma pessoa que lhe enviou. Se esta mensagem voltar para você, pode ficar certo de que o seu círculo de amizade é composto de verdadeiros amigos.

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013 SERÁ NO BRASIL


Domingo, 21 de agosto de 2011, 07h58

"Comunicai aos outros a alegria da vossa fé", diz Papa aos jovens

Kelen Galvan
Da Redação



''Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé'', afirmou o Papa neste domingo
Mais de um milhão e meio de jovens participaram da Missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Madri, na Espanha.

Com a expressão alegre, o Santo Padre afirmou que ficou edificado com o testemunho da juventude, que permaneceu firme com a chuva na vígilia de ontem e o sol forte deste domingo, 21.

Na homilia, o Santo Padre convidou os jovens a fortalecer a fé e colocar Cristo no centro de suas vidas, em comunhão com a Igreja. "Não se pode, sozinho, seguir Jesus. Quem cede à tentação de seguir 'por conta própria' ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade, corre o risco de nunca encontrar Jesus Cristo, ou de acabar seguindo uma imagem falsa d’Ele".

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia de Bento XVI
.: Veja fotos da cobertura da JMJ 2011 no Flickr.: Cobertura da JMJ 2011

Bento XVI afirmou que, atualmente, existem muitas pessoas que tem o desejo de conhecer melhor a Cristo e "pressentem que Ele é a resposta a muitas de suas inquietações pessoais".

Embora a fé seja um dom de Deus, e não esforço do homem ou de sua razão, é preciso que cada pessoa tome a decisão de estar com Ele.

"A fé não se limita a proporcionar alguma informação sobre a identidade de Cristo, mas supõe uma relação pessoal com Ele, a adesão de toda a pessoa, com a sua inteligência, vontade e sentimentos, à manifestação que Deus faz de Si mesmo", destacou o Santo Padre.

O Papa disse ainda que a fé precisa ser partilhada com o próximo. "É impossível encontrar Cristo, e não O dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus", ressaltou.

O Pontífice concluiu pedindo aos jovens que amem a Igreja, "que vos gerou a fé e vos ajudou a conhecer melhor Cristo", e os orientou a invistirem na amizade com Ele. "Para o crescimento da vossa amizade com Cristo é fundamental reconhecer a importância da vossa feliz inserção nas paróquias, comunidades e movimentos, bem como a participação na Eucaristia de cada domingo, a recepção frequente do sacramento do perdão e o cultivo da oração e a meditação da Palavra de Deus".

Ao final da Celebração, o Santo Padre anunciou que a próxima JMJ será no Rio de Janeiro, em 2013.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

10 sugestões para falar bem e se destacar no mercado

10 sugestões para falar bem e se destacar no mercado
Patrícia Bispo
Jornalista responsável pelo conteúdo da comunidade virtual RH.com.br.
Quem se expressa bem, seja na vida pessoal ou profissional tem mais chances de conquistar espaço e ter reconhecido seu valor junto às pessoas que o cerca. No entanto, muitas pessoas possuem uma ótima bagagem de conhecimento, são esforçadas e desejam compartilhar o que aprenderam ao longo da vida e, é claro, trocar ideias, informações com seus pares. Mas, não basta apenas "abrir" a boca e proferir um amontoado de palavras para ser caracterizado como um bom comunicado. Em determinadas situações, há quem consiga posicionar melhor suas propostas através de um vocabulário simples e mais conciso do quem profere uma hora de conversação que parece não ter "início, meio e fim". Então, como se tornar um bom comunicador, saber expressar bem um "ponto de vista"? A seguir, algumas dicas que podem ser adotadas por qualquer indivíduo, inclusive aqueles que almejam uma ascensão profissional.
1 - Quem imagina que a comunicação acontece apenas através das palavras que são proferidas verbalmente, engana-se. Se assim o fosse, nunca haveria alguém "cochilando" ou disperso em uma apresentação. Por esse motivo, quem vai apresentar suas idéias, nunca pode esquecer que apenas falar não assegura uma boa comunicação. É aconselhável, por exemplo, que quem está com a "vez da palavra" olhe em direção de quem está falando ou mesmo do grupo que está diante de si. Nesse último caso, na presença de mais de um ouvinte, tente distribuir os olhares enquanto fala. Afinal, todos que estão ali são importantes.
2 - Outro fator que pesa muito no processo da comunicação é a gesticulação. Não são raros os casos de pessoas que ficam quase que paralisadas, quando estão falando. Transmitir ideias, repassar conteúdo ao ouvinte, também se faz através da movimentação das mãos. Mas, sem exageros ou a pessoa que está à sua frente ficará mais preocupada se você tem consciência de espaço e não irá acertá-la acidentalmente.
3 - O processo de comunicação verbal também necessita que o comunicador fique atento à entonação e à velocidade da própria voz. Quem fala, não precisa ser tão rápido e tampouco devagar, quase parando. Deve existir um equilíbrio entre os extremos ou a mensagem pode não ter o resultado esperado.
4 - Provavelmente você assistiu a uma palestra ou mesmo participou de uma reunião, aonde quem conduzia os trabalhos andou de um lado para o outro sem parar como se tivesse que cumprir uma quilometragem. Ou, então, ficou completamente parado, como se estivesse com cimento nos pés. Nem um caso e nem outro são indicados.
5 - Quem fala em público precisa ter consciência que qualquer mente pode deixar passar alguma informação relevante, durante uma apresentação. Por esse motivo, é aconselhável que se faça um breve roteiro, destacando as palavras-chaves de cada tópico que seja destacado na apresentação.
6 - Quando alguém se prontifica a falar em público, não importa a temática, deve se preparar. Mesmo que o profissional domine bem o assunto não custa atualizar-se com pesquisas lançadas recentemente, apresentar dados estatísticos, enfim, ter ciência de que o mundo está em constante processo de transformação e que é preciso manter-se atualizado.
7 - É comum que após uma apresentação em público, algumas pessoas apresentem dúvidas e façam questionamentos. Para facilitar o andamento do seu trabalho, tente colocar-se no lugar que quem irá ouvi-lo e liste os pontos da sua palestra que podem gerar polêmica. Com base nesses dados, você pode preparar-se para possíveis questionamentos e respondê-los com serenidade.
8 - Antes de realizar uma apresentação, não custa "treinar" em casa diante do espelho. Assim, a pessoa poderá identificar os seus erros de comunicação e os pontos que precisam ser trabalhados.
9 - Mesmo depois de todas essas ações, pode ficar aquela "pontinha" de dúvida permanecer: minha apresentação está ou não boa? Nesse caso, não pense duas vezes e chame os amigos de trabalho ou, então, a família, profira sua palestra. Escute com atenção a cada observação que eles fizerem.
10 - Outros recursos que são utilizados por quem deseja melhorar seu desempenho, ao falar em público, é gravar a própria apresentação através de máquinas digitais ou celulares. Isso auxilia a pessoa a analisar a sua apresentação e trabalhar os pontos considerados fracos.
Publicado em 09/02/2010 no www.RH.com.br.

domingo, 14 de agosto de 2011

O cônjuge como um caminho para Deus

Formações

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O cônjuge como um caminho para Deus

Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro


O encontro de duas pessoas em Deus – por intermédio da oração ou da vivência religiosa compartilhada – é uma das formas mais ricas e profundas de encontrar-se, já que estamos diante de Deus, com melhor que cada um possui. Diante do Senhor nos desprendemos de tudo o que normalmente dificulta o encontro e vamos assumindo com mais objetividade a atitude compreensiva, benigna e compassiva do amor de Deus.

A união de duas pessoas pelo sacramento do matrimônio abre a eles uma nova possibilidade de amor sobrenatural: o cônjuge como um caminho para Deus, como lugar de encontro com Deus. No momento solene das bodas, Cristo diz a cada um: Eu, desde agora, vou te amar especialmente através do cônjuge, vou convertê-lo em santuário do meu encontro contigo. E com isso me deixa o grande desafio de buscar ao Senhor no coração do outro onde desde agora está me esperando, de descobrir o rosto de Cristo no rosto do meu cônjuge, de acolher seu amor como transparente e reflexo do amor divino. Em contrapartida, eu devo ser Cristo para o outro, dar a ele o amor, a luz e a força que necessita para crescer e chegar até Deus. E assim cada um se aceita e se doa ao outro como lugar privilegiado de encontro com o Senhor.


Por isso, em todo matrimônio cristão está sempre Deus como terceiro, quem faz de ponte e laço de união entre os cônjuges. E precisamente quando Deus não ocupa esse lugar dentro do matrimônio, então há sempre lugar para outro terceiro, que destrói a aliança matrimonial.

O matrimônio é uma comunidade de salvação unida por um vínculo sobrenatural. O amor de Cristo e Maria selam nosso amor. Estamos unidos como a videira e os brotos. Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro. Minha santidade repercute no outro, meu pecado também.


Tão profunda é essa aliança [matrimonial] e esse conhecimento mútuo que os esposos deveriam chegar a ser diretores espirituais um do outro. Tanto se conhecem que podem ajudar ao outro em seu caminho de santidade. Essa aliança de amor se dá entre os esposos e dos esposos com Deus. Por isso é comunidade de salvação, de amor, vida e tarefas com Cristo e Maria.

Compartilhamos sua missão e junto com eles caminhamos para Deus Pai. Em caso que os contraentes humanos entrem em crise o terceiro os ampara. Cristo carrega com eles o matrimônio.

Depois de nossa consagração a Virgem ela também começa a ser uma aliada e nos ajuda no caminho. Ela também nos ampara.
O que dissemos sobre o matrimônio vale para todos os membros da família: pais, filhos, irmãos... Cada um é Cristo para os demais, reflexo do Senhor. Cada um é e há de ser, para o outro, um caminho para o Senhor, caminho privilegiado de amor a Ele.


Nisso encontramos o sentido da aliança matrimonial e o sentido da aliança familiar: Todos juntos, unidos e aliados com a Virgem Maria, caminhamos para Deus. Todos juntos, nos amando mutuamente como ao Senhor, nos consagramos a Maria e, mediante ela, nos entregamos para sempre a Deus.

Queridos irmãos, se nos deixamos educar e guiar pela Virgem Maria, então a aliança com ela é como uma grande escola de amor. Nela aprendemos a amar para percorrer os caminhos do amor divino e chegar ao coração do Pai. E é assim que se tornará realidade em nossa vida a aliança com Deus.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Reflexões: CESTA DE CARVÃO

Reflexões: CESTA DE CARVÃO: "Conta a história de um homem idoso que ficou numa fazenda nas montanhas do leste do Kentucky com seu jovem neto. Todas as manhãs, o avô s..."

TRECHO DE IÇAMI TIBA

Disciplina, limite na medida certa (IÇAMI TIBA)


Há uma história que sempre desperta o interesse de pais e educadores porque é ao mesmo tempo muito bem-humorada e realista:
Dois meninos de cinco anos estão numa espaçosa área de lazer. Não há brinquedos por perto. Um deles é magro e alto. O outro é gordo e baixo. Naturalmente, resolvem brincar.
O magro propõe:
“É pega-pega, e você é o pegador!”
E já sai em tal disparada que o gordo, com seus passos lentos e pesados, tem dificuldades de acompanhar. Quando este percebe a distância entre os dois aumentando cada vez mais, toma consciência de que não conseguirá alcançar o outro tão cedo. Então pára, estica o braço e, apontando com o indicador, grita:
“Aí não vale!”
O magro imediatamente pára, mesmo sabendo que não tinha sido combinado que ali não valeria.
Nesse momento da palestra, pergunto ao público:
“Por que o magro parou?”
Percebo que cada um busca dentro de si uma boa resposta. Para facilitar, eu mesmo respondo:
“Para continuar brincando! Se o magro continuar correndo, a brincadeira acaba, não é?”
O magro volta até o gordo com os ombros meio caídos, pois sabe que agora é a vez daquele propor outra brincadeira. O gordo, vendo o magro bem próximo, diz:
“É luta livre!”
E já avança no magro, dá-lhe uma “gravata”, derruba-o e aperta o pescoço do menino, que, à beira do desmaio, dá umas palmadinhas no braço do gordo em sinal de que está se rendendo.
Nesse momento, pergunto de novo ao público:
“Por que o gordo pára de enforcar o magro?”
“Para continuar a brincadeira!”, responde o público.
E eu arremato:
“E também porque com morto não se brinca!”
Após a gargalhada geral, volto ao tema: as crianças sabem, intuitivamente, que a brincadeira é um tipo de relacionamento em que um depende do outro. Para continuar a brincar é necessário que aceitem, nessa experiência de sociedade que elas mesmas criaram uma série de regras:

· Cada criança escolhe a brincadeira na qual tem melhor desempenho, pois sempre quer ganhar.
· Cada criança dá o máximo de si e, se alguém faz “corpo mole”, isso significa que não está levando a brincadeira a sério.
· Uma criança não pode exigir da outra mais que esta pode fazer; portanto, o limite é estabelecido por aquele que menos habilidades têm para determinada brincadeira.
· Quando uma criança diz que não agüenta mais, a outra é obrigada a parar, por mais que queira continuar brincando.
· Se um escolhe uma primeira brincadeira, o outro tem direito a escolher a segunda.
O que não aparece na história, mas pode acontecer, é que, quando uma criança desrespeita o limite da outra, esta geralmente solta um grunhido (“Ah, é assim?”) e parte para briga. Portanto, toda brincadeira pode rapidamente transformar-se em conflito, e os adultos terão muitas dificuldades para identificar quem começou a briga.

Se as crianças aceitam os limites intrínsecos à convivência em uma brincadeira, é porque sabem que não podem brincar fazendo tudo o que têm vontade. Precisam aceitar uma composição, uma sociedade com o outro.
As crianças aprendem a comportar-se em sociedade ao conviver com outras pessoas, principalmente com os próprios pais. A maioria dos comportamentos infantis é aprendida por meio de imitação, da experimentação e da invenção.
Quando os pais permitem que os filhos, por menores que sejam, façam tudo o que desejam, não estão lhes ensinando noções do que podem ou não podem fazer. Os pais usam diversos argumentos para isso: “eles não sabem o que estão fazendo”; “são muito pequenos para aprender”; “vamos ensinar quando forem maiores”; “sabemos que não devemos deixar... mas é tão engraçadinho” etc.

É preciso lembrar que uma criança, quando faz algo pela primeira vez, sempre olha em volta para ver se agradou alguém. Se agradou, repete o comportamento, pois entende que agrado é aprovação, e ela não tem condições de avaliar a adequação do seu gesto.
Portanto, cada vez que os pais aceitam uma contrariedade, um desrespeito, uma quebra de limites, estão fazendo com que seus filhos não compreendam, e rompam o limite natural para seu comportamento em família e em sociedade. Deixar que as situações transcorram sem uma intervenção clara é como se, na brincadeira entre o gordo e o magro, o filho, mesmo ouvindo “aí não vale!” , continuasse correndo; ou como se os pais pedissem para o filho parar, mas este continuasse a enforcá-los. Apesar de ser fisicamente mais fortes, os pais que não reagem à quebra de limites dos filhos acabam permitindo que estes, muito mais fracos, os maltratem, invertendo a ordem natural de que o mais fraco deve respeitar o mais forte.

A força dos pais está em transmitir aos filhos a diferença entre o que é aceitável ou não, adequado ou não, entre o que é essencial e supérfluo, e assim por diante. Pedir um brinquedo é aceitável, mas quebrar o brinquedo meia hora depois de ganha-lo e pedir outro é inaceitável. É importante estabelecer limites bem cedo e de maneira bastante clara porque, mais tarde, será preciso dizer ao adolescente de quinze anos que sair para dar uma volta com o carro do pai não é permitido, e ponto final.
O estudo é essencial; portanto, os filhos têm obrigação de estudar. Caso não o façam, terão sempre que arcar com as conseqüências de sua indisciplina, que deverão ser previamente estabelecidas pelos pais. Só poderão brincar depois de estudar, por exemplo. No que é essencial, os pais deverão dedicar mais tempo para acompanhar de perto se o combinado está sendo levado em consideração. Os filhos precisam entender que têm a responsabilidade de estudar e que seus pais os estão ajudando a cumprir um dever que faz parte da “brincadeira” da vida.

Hoje, os grandes responsáveis pela educação dos jovens – na família e na escola – não estão sabendo cumprir bem seu papel. É a falência da autoridade dos pais em casa, do professor em sala de aula, do orientador na escola. Discussões homéricas surgem nas famílias por causa de indisciplina, dificultando bastante a convivência entre as partes. Mães ficam mal-humoradas porque as crianças bagunçam o quarto e pais se exasperam porque os filhos os filhos se esquecem de apagar a luz. Porém o pior ocorre quando um filho responde mal. Isso lhes estraga o dia.

Muitos alunos também não respeitam seus professores, e essa indisciplina prejudica o ensino e a aprendizagem. Professores e orientadores têm dificuldade em estabelecer limites na sala de aula e não sabem até que ponto devem intervir em comportamentos inadequados que ocorrem nos pátios escolares.
Onde foi que os educadores se perderam? Antes de responder a qualquer pergunta, é preciso levar em conta que essa geração viveu a questão da disciplina de um modo peculiar e sofrido. Para facilitar a compreensão, seguirei a seqüência: primeira, a geração dos avós; segunda, a geração dos pais e professores; terceira, a geração dos jovens.

Pois bem, a primeira geração educou seus filhos de maneira patriarcal, com autoridade vertical – o pai no ápice e os filhos na base. Esta era obrigada a cumprir tudo o que o ápice determinava. Com isso, a segunda geração foi massacrada pelo autoritarismo dos pais, e decidiu refutar esse sistema educacional na educação dos próprios filhos. Na tentativa de proporcionar a eles o que nunca tiveram, os pais da segunda geração acabaram caindo no extremo oposto da primeira: a permissividade

Trote da Iara (COM LEGENDA) ::tapiflour::


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sandra Almeida: Alergia ao níquel

Sandra Almeida: Alergia ao níquel: "A alergia ao níquel manifesta-se normalmente como uma alergia de contacto, surgindo na pele um prurido, vermelhidão e umas pequenas vesícula..."

sábado, 6 de agosto de 2011

A JANELA DE DEUS


A HISTÓRIA DO PATO

Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias.
Felipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.
Certa tarde viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste!

Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da madeira! 
Beatriz, a sua irmã viu tudo mas não disse nada aos avós.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Beatriz, vamos lavar a louça"
Mas ela disse: " Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha". E olhando para ele sussurrou: "Lembra do pato?" Então o Felipe lavou os pratos.
Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse: "Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar." 
Beatriz apenas sorriu e disse, "Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje", e sussurrou novamente para ele, "Lembra do pato?" 
Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.
Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não agüentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.
A vovó o abraçou e disse: "Querido, eu sei... eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!"
Qualquer que seja o seu passado, ou o que você tenha feito... (mentir, enganar, seus maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc ).... seja o que for... você precisa saber que Deus estava na janela e viu tudo como aconteceu
Ele conhece toda a sua vida ... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo
Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.
É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos. Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje. 
Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre: Deus está na janela e sabe de tudo!

"A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo."