terça-feira, 28 de junho de 2011
A Igreja Contra-Ataca
A Igreja Contra-Ataca
Estamos em guerra! a família está sob o maior ataque da história, especialmente no Brasil. Leis heterodoxas foram ou serão aprovadas por meio de táticas que lembram as estratégias militares. Contra a família estão unidos todos os poderes conhecidos, incluindo os tradicionais poderes da República que estão nessa frente de batalha de uma forma contundente. Todos de mãos dadas aprovando, sancionando e criando leis que degeneram a estrutura familiar. Outros poderes também se engajam nessa luta que, para nós, parece inglória, apenas parece. Também a mídia (conhecida como o quarto poder) assume clara liderança nessa campanha. Não apenas por tentar manipular tendenciosamente a opinião pública, mas também por filtrar e adaptar as informações como lhe convêm. São verdadeiros criadores de sofismas e bravatas veiculados nos noticiários, nas entrevistas, nas novelas etc.. Mancomunada a estes poderes impressionantes, encontra-se a igreja corrompida. Muitos defendem que não vale à pena lutar contra a tendência degeneradora dos nossos dias, ao contrário, deve-se apoiá-la como se isso fosse uma atitude mais inteligente. Aqui é necessário que eu me posicione contrário a toda essa situação degradante. Discordo veementemente contra as armas usadas para destruir a família, sendo que uma delas foi disparada na semana passada, tendo sido aprovada pelo Supremo Tribunal Federal. Vejamos quais são as atitudes destrutivas:
1. União Estável entre pessoas do mesmo sexo.
Foi aprovado no STF, ainda que não possibilite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o reconhecimento da união homossexual como tendo o mesmo status de casamento heterossexual. A questão aqui não é o que as pessoas fazem das suas vidas, mas a abertura para que isso seja considerado normal, ainda que a mais elementar lógica nos mostre o contrário. Apenas como exemplo, jamais dois homens ou duas mulheres poderiam gerar filhos, mas essa lei humanista acaba por permitir aquilo que é naturalmente impossível pela lei divina.
2. PL 122 - Lei da Homofobia.
Nesse mesmo sentido virá a Lei da Homofobia. Talvez não seja encontrado em outro lugar nesse mundo espaço para tantas contradições. Em nome da liberdade, promovem a mordaça; em nome da tolerância (a intolerância; em nome do amor) o ódio. Não há respeito sequer às cláusulas pétreas contidas na Constituição (que já foi chamada de Constituição Cidadã), pois a liberdade de expressão, de culto e de crença está para ser extinta. Entretanto, não nos calaremos. Ao contrário, leremos e pregaremos a Bíblia, chamaremos o pecado de pecado, ainda que isso nos custe a própria vida ou a intolerância da massa.
3. Proibição da Palmadinha.
Querem ensinar como educar nossos filhos. Se a Bíblia diz que devemos disciplinar com a vara, para não perdermos nossos filhos, eles proíbem, achando que estão fazendo um grande bem às crianças. Não estamos dispostos a obedecer a essa regra, ainda que seja sancionada pelas maiores autoridades do país, pois afrontam a única fonte de autoridade do mundo, uma vez que todos estão debaixo do senhorio de Cristo. Portanto, nossos filhos continuarão a receber a disciplina com vara, pois antes importa obedecer a Deus do que a homens.
4. Proibição da Educação no Lar.
A proibição da educação no lar é o maior absurdo jamais visto. Trata-se de uma arbitrariedade que também precisa ser desmascarada, pois eles querem ter o controle absoluto da mente dos nossos filhos. Todas as filosofias e sutilezas humanistas são ensinadas aos nossos filhos nas escolas por cosmovisões contraditórias que tentam destruir a única Verdade sem contradições. Mesmo que aqui haja apenas a ponta do iceberg, certamente haverá resistência. Não pensem que marcharemos nas avenidas ou nos prédios públicos empunhando bandeiras coloridas, ou aos gritos como se essa guerra pudesse ser perdida. Não, ela não pode ser derrotada. Lembremos que enquanto ...os Príncipes conspiram contra o Senhor... o Senhor zomba deles... e no Seu tempo há de falar e confundi-los (Sl.2.1-6). Ressalto que o presente texto não foi escrito como se a batalha já estivesse perdida. Essa guerra será vencida pela Igreja verdadeira, afinal de contas, as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt.16.18b). Nunca fecharemos a Bíblia, nunca poderão calar a nossa boca. Ensinaremos os nossos filhos por meio da disciplina que utiliza a vara do amor. Pregaremos a Palavra que declara o homossexualismo como pecado e ensinaremos a todos que Deus estabeleceu a união entre um homem e uma mulher como o único e verdadeiro matrimônio. O niilismo decreta a morte de Deus; alguns deliram na hipótese dele estar certo (Richard Dowkins - Deus, Um Delírio), mas inculcando-se por sábios, se tornam loucos em seus próprios raciocínios... insensatos e a consequência disso é a desonra do corpo em libertinagem generalizada (Rm.1.18-32). Concluo afirmando que a presente resposta é baseada apenas no amor, no verdadeiro amor. Nossa base está no mesmo Salmo onde é dito que o Senhor zomba dos inimigos por causa da conspiração e, ao mesmo tempo, é proclamada a Palavra para aqueles que atacam as bases da nossa fé. Não há desespero por parte do salmista que se levanta no meio dos inimigos e diz: Sejam prudentes reis, (presidentes) e se deixem advertir, juízes da terra. Temei ao Senhor. Sintam tremor diante dele... pois haverá um dia em que Sua ira se manifestará (Sl.2.10-12). Nesse dia, cada um responderá pelos seus atos contrários àquilo que está estabelecido por Deus na Criação. Nosso papel, como Igreja do Senhor, é manter firme e ousadamente essa declaração, sabendo que em tudo seremos atribulados, mas jamais angustiados; em tudo seremos perplexos, mas nunca desanimados; em tudo seremos perseguidos, mas em nenhuma hipótese desamparados; poderemos até ser por algum tempo abatidos; mas nunca seremos destruídos (II Cor.4.8-9).
Rev. Samuel Vitalino - Pastor da Igreja Presbiteriana de Brotas, Bahia.
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons” (L.King).
domingo, 26 de junho de 2011
" O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO "
" O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO "
Texto de José Antônio Oliveira de Resende, Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João Del-Rei.
Texto de José Antônio Oliveira de Resende, Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João Del-Rei.
(Esta crônica retrata a minha vida e a de quase todos que irão lê-la).
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de “pára-quedas” mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. – Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável! A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa. Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade... Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite. O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores. Hoje os amigos se transformaram em televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite... Que saudade do compadre e da comadre!
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de “pára-quedas” mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. – Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável! A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa. Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade... Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite. O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores. Hoje os amigos se transformaram em televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite... Que saudade do compadre e da comadre!
O PREÇO DE UM MILAGRE
O PREÇO DE UM MILAGRE
| Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão. Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros. Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio. Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou! - O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta. - Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre. - Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico. - O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre. - Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo. - Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa. O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava. - Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro. - Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande. - Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso. - Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos! Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse: - Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.. Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa. Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa: - Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria? A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! + Mais a fé de uma criancinha. Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos. Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola pra frente! Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você! Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu. Hoje eu passo a bola da amizade para você. Passe-a para alguém que seja um amigo seu. MEU JURAMENTO PARA VOCÊ. Quando você estiver triste... Irei secar suas lágrimas. Quando você estiver com medo... Eu lhe darei conforto. Quando você estiver preocupado... Vou lhe dar esperança. Quando você estiver confuso... Vou ajudá-lo a enxergar. E quando você estiver perdido... E não puder ver a luz, vou ser o seu farol... Brilhando cada vez mais. Este é o meu juramento... Prometo até o fim... Por quê? Você pode perguntar... Porque você é Meu amigo. Assinado: DEUS Instantaneamente quando você receber esta mensagem, você está sendo requisitado para reenviá-la para outras pessoas, incluindo a pessoa que a enviou a você. P.S.: Ah, sim, estamos precisando de um GRANDE milagre! Obrigado por suas orações.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Programa Sagrada Família
Ouçam todos os domingos, das 09h30min. às 11horas, programa Sagrada Família. Produção e apresentação minha. Um programa independente, com todo o conteúdo católico.
Ouçam pela Rádio Regional Jovempan AM ou acessem: www.radioregionaljp.com.br
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