quarta-feira, 27 de julho de 2011
O CÃO E A LEBRE
O CÃO E A LEBRE.
Certa vez um cão estava com muita fome quando viu uma lebre bem gorda e suculenta passando em sua frente, o cão não podia acreditar! Vejam só! que lebre enorme! é a grande chance que tenho! então o cão começou a correr velozmente atrás da lebre, conforme ele corria fazia barulho na perseguição e isso atraia mais cães e que se juntaram a ele e começaram a correr juntos... e esses cães faziam tanto barulho que atraia mais e mais cães! quando se via já eram centenas de cães correndo.. com o passar do tempo, a ultima fileira de cães lá atrás se perguntou: Porque é que estamos correndo mesmo?! e pararam de correr... mais algumas horas e a penúltima fileira de cães também se perguntaram: porque estamos correndo? e assim mais e mais cães foram parando de correr... até que só restou apenas 1 único cão correndo!!
Quem adivinha qual era ele? Quem pensou o primeiro que começou a correr, está certo! Ele foi o único que viu a lebre de verdade, os outros só corriam por causa do barulho de outros cães. Mais o primeiro não! Ele sabia exatamente O PORQUE estava correndo.. E agora eu te pergunto: Você viu a lebre? ou está correndo apenas por causa do barulho de outras pessoas? Viva sua própria vida, persiga seus próprios objetivos e metas! Você vai à Igreja por amor a Jesus ou porque gosta de badalação? Qual é a sua meta? A vida eterna? Pense nisso.
terça-feira, 26 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
A NOVA LÍNGUA PORTUGUESA!
A nova “língua popular brasileira”
Rui Barbosa um dia falou: “Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência”. O que me surpreende é que na época ele não conhecia o MEC e nem sabia das baboseiras da “língua popular”, que é como chamam a língua escrita errada e adotada em livros oficiais de ensino pelo nosso Ministério da Educação e Cultura. Como é possível um ministro da educação aceitar a ideia de que é certo falar errado e corrigir o erro pode ser um preconceito linguístico e gerar um problema para quem falar errado?
Em um dos livros didáticos da língua portuguesa Por uma vida melhor, da coleção “Viver, Aprender”, adotado pelo MEC, “Nós pega o peixe” virou frase correta, pois está de acordo com a “língua popular”. Para onde exatamente querem levar este país? “Os ministro mete os pé pelas mão”. Essa frase está correta? De acordo com o Ministério da Educação deve estar, pois reflete a “língua popular”. A saída deste país é pela porta da educação e do conhecimento e de repente assistimos este debate grotesco por causa de livros errados na rede de ensino e, pior, o próprio ministro da educação vem em defesa do erro. Temos que dar início a um movimento de repulsa total a este tipo de livro para mostrarmos que existe brasileiro com vergonha na cara. O que está acontecendo no Ministério da Educação é um descaso nacional com todos nós, que estudamos e procuramos sair da ignorância. É uma afronta a nossa inteligência. E não venham falar em preconceito linguístico, outro termo sem sentido criado para justificar os desmandos de quem está no comando de nossa falida educação.
Há anos atrás, o professor era uma figura respeitada, e não existia a possibilidade de um aluno desacatá-lo e ficar por isso mesmo. Os pais entendiam a importância de um professor e a escola pública era um exemplo a ser seguido. Os tempos foram mudando, a educação foi acabando, as escolas foram sendo sucateadas, e agora, vem mais este tapa na cara dos professores, pais e homens de bem. É a falência decretada pelo Estado! Vamos aprender errado, vamos falar errado a nossa língua, vamos escrever errado, vale tudo. Quem sabe, no próximo ano, teremos uma nova revisão ortográfica e a oficialização da “língua popular brasileira”. Exames de português não serão mais necessários na escola do futuro e bastará escrever qualquer coisa da forma como se fala, errado ou certo, tanto faz, para ser um culto cidadão. Mais adiante talvez a escrita seja abolida e passaremos a ser uma nação de “burros falantes”. Analisando friamente o que vem acontecendo, chegamos a pensar que deve realmente existir um plano macabro para deixar o brasileiro mais ignorante e despreparado a cada dia e Rui Barbosa é quem estava com a razão quando disse achar que a burrice é uma ciência! Nós é que ainda não acordamos para ela. FONTE: Blog do Escritor Célio Pezza.
Rui Barbosa um dia falou: “Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência”. O que me surpreende é que na época ele não conhecia o MEC e nem sabia das baboseiras da “língua popular”, que é como chamam a língua escrita errada e adotada em livros oficiais de ensino pelo nosso Ministério da Educação e Cultura. Como é possível um ministro da educação aceitar a ideia de que é certo falar errado e corrigir o erro pode ser um preconceito linguístico e gerar um problema para quem falar errado?
Em um dos livros didáticos da língua portuguesa Por uma vida melhor, da coleção “Viver, Aprender”, adotado pelo MEC, “Nós pega o peixe” virou frase correta, pois está de acordo com a “língua popular”. Para onde exatamente querem levar este país? “Os ministro mete os pé pelas mão”. Essa frase está correta? De acordo com o Ministério da Educação deve estar, pois reflete a “língua popular”. A saída deste país é pela porta da educação e do conhecimento e de repente assistimos este debate grotesco por causa de livros errados na rede de ensino e, pior, o próprio ministro da educação vem em defesa do erro. Temos que dar início a um movimento de repulsa total a este tipo de livro para mostrarmos que existe brasileiro com vergonha na cara. O que está acontecendo no Ministério da Educação é um descaso nacional com todos nós, que estudamos e procuramos sair da ignorância. É uma afronta a nossa inteligência. E não venham falar em preconceito linguístico, outro termo sem sentido criado para justificar os desmandos de quem está no comando de nossa falida educação.
Há anos atrás, o professor era uma figura respeitada, e não existia a possibilidade de um aluno desacatá-lo e ficar por isso mesmo. Os pais entendiam a importância de um professor e a escola pública era um exemplo a ser seguido. Os tempos foram mudando, a educação foi acabando, as escolas foram sendo sucateadas, e agora, vem mais este tapa na cara dos professores, pais e homens de bem. É a falência decretada pelo Estado! Vamos aprender errado, vamos falar errado a nossa língua, vamos escrever errado, vale tudo. Quem sabe, no próximo ano, teremos uma nova revisão ortográfica e a oficialização da “língua popular brasileira”. Exames de português não serão mais necessários na escola do futuro e bastará escrever qualquer coisa da forma como se fala, errado ou certo, tanto faz, para ser um culto cidadão. Mais adiante talvez a escrita seja abolida e passaremos a ser uma nação de “burros falantes”. Analisando friamente o que vem acontecendo, chegamos a pensar que deve realmente existir um plano macabro para deixar o brasileiro mais ignorante e despreparado a cada dia e Rui Barbosa é quem estava com a razão quando disse achar que a burrice é uma ciência! Nós é que ainda não acordamos para ela. FONTE: Blog do Escritor Célio Pezza.
domingo, 17 de julho de 2011
Educação dos filhos - Dr. Içami Tiba
“Nós educamos os filhos para que eles usem drogas”
Em entrevista, o psiquiatra Içami Tiba redefine os papéis de pais e de educadores e alerta para os perigos da “cultura do prazer”
Camila de Lira, iG São Paulo | 14/07/2011 07:35
Uma pergunta que nunca sai – ou ao menos nunca deveria sair – da cabeça de pais e professores é “como educar as crianças de verdade?”. Autor de livros como “Adolescentes: quem ama educa!” e “Disciplina: Limite na Medida Certa” (ambos da Editora Integrare), o psiquiatra Içami Tiba responde esta e outras questões relacionadas à educação em seu novo livro, “Pais e Educadores de Alta Performance” (Editora Integrare).
Com 43 anos de experiência em consultório, Içami alerta os pais para os perigos da cultura do prazer. “Nós educamos os filhos para que eles usem drogas”, comenta, avaliando a atitude de pais que oferecem tudo sem exigir responsabilidade em troca. Para ele, a família é a principal responsável pela formação dos valores e não deve jogar esse papel para a escola. Mas as escolas, por terem um programa educacional organizado, podem guiar os pais. Leia a entrevista com o autor.
iG: Qual a responsabilidade dos pais e qual a dos educadores na educação das crianças?
Içami Tiba: A família continua sendo a principal responsável pela educação de valores, mas é importante que haja uma parceria na educação pedagógica. As crianças viraram batatas quentes: os pais as jogam na mão dos professores, os professores devolvem. Pais precisam ser parceiros dos professores. Quem tem que liderar a parceria, no começo, é a escola, pois tem um programa mais organizado. Com a parceria, ambos ficam fortes. Os pais ficam mais fortes quando orientados pela escola.
iG: O que é mais importante na educação de uma criança?
Içami Tiba: É exigir que ela faça o que é necessário. Os pais dão tudo e depois castigam os filhos porque estes fazem coisas erradas. Mas não é culpa dos filhos. Afinal, eles não querem estudar porque estudar é uma coisa chata, mas alguma vez ele fez algo que é chato em casa? No final, a criança estica na escola aquilo que aprendeu em casa. A educação é um projeto de formar uma pessoa com independência financeira, autonomia comportamental e responsabilidade social.
iG: Como os pais podem educar bem seus filhos? Qual o segredo?
Içami Tiba: Um pai de verdade é aquele que aplica em casa a cidadania familiar. Ou seja, ninguém em casa pode fazer aquilo que não se pode fazer na sociedade. Os pais devem começar a fazer em casa o que se faz fora dela. E, para aprender, as crianças precisam fazer, não adianta só ouvir. Elas estão cansadas de ouvir. Muitas vezes nem prestam atenção na hora da bronca, não há educação nesse momento. É preciso impor a obrigação de que o filho faça, isso cria a noção de que ele tem que participar da vida comunitária chamada família.
iG: No livro, o senhor comenta que uma das frases mais prejudiciais para se falar para um adolescente é o “faça o que te dá prazer”. Por quê?
Içami Tiba: O problema é que essa frase passa apenas o critério de prazer e não o de responsabilidade. Nós queremos que nossos filhos tenham prazer sem responsabilidade. Por isso eles são irresponsáveis na busca deste prazer. E o que é uma droga, senão uma maneira fácil de se ganhar prazer? A pessoa não precisa fazer nada, apenas ingeri-la. Nós educamos os filhos para que eles usem drogas. Se ele tiver que preservar a saúde dele, pensa duas vezes.
iG: Por que você acha que alguns pais não ensinam os filhos a ter responsabilidade?
Içami Tiba: Não ensinam porque não aprenderam. Estes pais querem ser amigos dos filhos e isso não faz sentido. Provedor não é amigo.
iG: Por que o pai não pode ser só amigo ou só provedor?
Içami Tiba: Não pode ser amigo porque pai não é uma função que se escolhe, e amigos você pode escolher. O filho é filho do pai e tem que honrar os compromissos estabelecidos com ele. Um filho não pode trocar de pai assim como troca de amigo, por exemplo. Por outro lado, o pai que é unicamente provedor, como eram os de antigamente, também não dá uma educação saudável ao filho, afinal ele apenas dá e não cobra. Pai não pode dar tudo e não controlar a vida do filho. Quando digo controle, quero dizer que o pai deve fazer com que o filho corresponda às expectativas, que o filho faça o que precisa ser feito. Um filho não pode deixar de escovar os dentes ou de estudar e o pai não pode deixar isso passar.
iG: Como a meritocracia pode ajudar na criação?
Içami Tiba: O mundo é meritocrata, os pais se esqueceram disso. Ganha-se destaque por alguma coisa que a pessoa fez; se não mereceu, logo o destaque se perde. Dar a mesma coisa para o filho que acertou e para o que errou não é bom para nenhum dos dois. É preciso ser justo. Os pais precisam aprender a educar, não dá para continuar achando que apenas porque são bonzinhos vão ser bons pais. Não adianta muito um cirurgião apenas amar seu paciente; para fazer uma boa cirurgia é preciso ter técnica. É a mesma coisa com os pais.
iG: Amor e educação combinam com disciplina?
Içami Tiba: Disciplina é a coisa que mais combina com a educação. É uma competência que você desenvolve para atingir o objetivo que quer. Se você ama alguém, tem que ter disciplina. Os pais precisam fazer com que os filhos entendam que eles têm que cumprir sua parte para usufruir o amor. Os pais precisam exigir.
iG: Como exigir sem agressividade?
Içami Tiba: O exigir é muito mais acompanhar os limites, aquilo que o filho é capaz de fazer. Não dá para exigir que ele vá pendurar roupas no armário se ele não pode arrumar uma gaveta. Por outro lado, os pais não podem fazer pelos filhos o que eles são capazes de fazer sozinhos. A partir daí, quando se cria uma segurança, a exigência começa a fazer parte da convivência. Essa exigência é boa. O pai não pode sustentar e não receber um retorno. É como se ele comprasse uma mercadoria e não a recebesse.
iG: No livro, o senhor diz que todos somos educadores. Como podemos nos portar para educar direito as outras pessoas?
Içami Tiba: Você quer educar? Seja educado. E ser educado não é falar “licença” e “obrigado”. Ser educado é ser ético, progressivo, competente e feliz.
Uma pergunta que nunca sai – ou ao menos nunca deveria sair – da cabeça de pais e professores é “como educar as crianças de verdade?”. Autor de livros como “Adolescentes: quem ama educa!” e “Disciplina: Limite na Medida Certa” (ambos da Editora Integrare), o psiquiatra Içami Tiba responde esta e outras questões relacionadas à educação em seu novo livro, “Pais e Educadores de Alta Performance” (Editora Integrare).
Com 43 anos de experiência em consultório, Içami alerta os pais para os perigos da cultura do prazer. “Nós educamos os filhos para que eles usem drogas”, comenta, avaliando a atitude de pais que oferecem tudo sem exigir responsabilidade em troca. Para ele, a família é a principal responsável pela formação dos valores e não deve jogar esse papel para a escola. Mas as escolas, por terem um programa educacional organizado, podem guiar os pais. Leia a entrevista com o autor.
iG: Qual a responsabilidade dos pais e qual a dos educadores na educação das crianças?
Içami Tiba: A família continua sendo a principal responsável pela educação de valores, mas é importante que haja uma parceria na educação pedagógica. As crianças viraram batatas quentes: os pais as jogam na mão dos professores, os professores devolvem. Pais precisam ser parceiros dos professores. Quem tem que liderar a parceria, no começo, é a escola, pois tem um programa mais organizado. Com a parceria, ambos ficam fortes. Os pais ficam mais fortes quando orientados pela escola.
iG: O que é mais importante na educação de uma criança?
Içami Tiba: É exigir que ela faça o que é necessário. Os pais dão tudo e depois castigam os filhos porque estes fazem coisas erradas. Mas não é culpa dos filhos. Afinal, eles não querem estudar porque estudar é uma coisa chata, mas alguma vez ele fez algo que é chato em casa? No final, a criança estica na escola aquilo que aprendeu em casa. A educação é um projeto de formar uma pessoa com independência financeira, autonomia comportamental e responsabilidade social.
iG: Como os pais podem educar bem seus filhos? Qual o segredo?
Içami Tiba: Um pai de verdade é aquele que aplica em casa a cidadania familiar. Ou seja, ninguém em casa pode fazer aquilo que não se pode fazer na sociedade. Os pais devem começar a fazer em casa o que se faz fora dela. E, para aprender, as crianças precisam fazer, não adianta só ouvir. Elas estão cansadas de ouvir. Muitas vezes nem prestam atenção na hora da bronca, não há educação nesse momento. É preciso impor a obrigação de que o filho faça, isso cria a noção de que ele tem que participar da vida comunitária chamada família.
iG: No livro, o senhor comenta que uma das frases mais prejudiciais para se falar para um adolescente é o “faça o que te dá prazer”. Por quê?
Içami Tiba: O problema é que essa frase passa apenas o critério de prazer e não o de responsabilidade. Nós queremos que nossos filhos tenham prazer sem responsabilidade. Por isso eles são irresponsáveis na busca deste prazer. E o que é uma droga, senão uma maneira fácil de se ganhar prazer? A pessoa não precisa fazer nada, apenas ingeri-la. Nós educamos os filhos para que eles usem drogas. Se ele tiver que preservar a saúde dele, pensa duas vezes.
iG: Por que você acha que alguns pais não ensinam os filhos a ter responsabilidade?
Içami Tiba: Não ensinam porque não aprenderam. Estes pais querem ser amigos dos filhos e isso não faz sentido. Provedor não é amigo.
iG: Por que o pai não pode ser só amigo ou só provedor?
Içami Tiba: Não pode ser amigo porque pai não é uma função que se escolhe, e amigos você pode escolher. O filho é filho do pai e tem que honrar os compromissos estabelecidos com ele. Um filho não pode trocar de pai assim como troca de amigo, por exemplo. Por outro lado, o pai que é unicamente provedor, como eram os de antigamente, também não dá uma educação saudável ao filho, afinal ele apenas dá e não cobra. Pai não pode dar tudo e não controlar a vida do filho. Quando digo controle, quero dizer que o pai deve fazer com que o filho corresponda às expectativas, que o filho faça o que precisa ser feito. Um filho não pode deixar de escovar os dentes ou de estudar e o pai não pode deixar isso passar.
iG: Como a meritocracia pode ajudar na criação?
Içami Tiba: O mundo é meritocrata, os pais se esqueceram disso. Ganha-se destaque por alguma coisa que a pessoa fez; se não mereceu, logo o destaque se perde. Dar a mesma coisa para o filho que acertou e para o que errou não é bom para nenhum dos dois. É preciso ser justo. Os pais precisam aprender a educar, não dá para continuar achando que apenas porque são bonzinhos vão ser bons pais. Não adianta muito um cirurgião apenas amar seu paciente; para fazer uma boa cirurgia é preciso ter técnica. É a mesma coisa com os pais.
iG: Amor e educação combinam com disciplina?
Içami Tiba: Disciplina é a coisa que mais combina com a educação. É uma competência que você desenvolve para atingir o objetivo que quer. Se você ama alguém, tem que ter disciplina. Os pais precisam fazer com que os filhos entendam que eles têm que cumprir sua parte para usufruir o amor. Os pais precisam exigir.
iG: Como exigir sem agressividade?
Içami Tiba: O exigir é muito mais acompanhar os limites, aquilo que o filho é capaz de fazer. Não dá para exigir que ele vá pendurar roupas no armário se ele não pode arrumar uma gaveta. Por outro lado, os pais não podem fazer pelos filhos o que eles são capazes de fazer sozinhos. A partir daí, quando se cria uma segurança, a exigência começa a fazer parte da convivência. Essa exigência é boa. O pai não pode sustentar e não receber um retorno. É como se ele comprasse uma mercadoria e não a recebesse.
Içami Tiba: Você quer educar? Seja educado. E ser educado não é falar “licença” e “obrigado”. Ser educado é ser ético, progressivo, competente e feliz.
http://delas.ig.com.br/filhos/educacao/nos+educamos+os+filhos+para+que+eles+usem+drogas/n1597078796088.html
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"Eu não me envergonho de corrigir meus erros e mudar as minhas opiniões,
porque não me envergonho de raciocinar e aprender"
(Alexandre Herculano)
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Essa é uma atitude de que preservará o endereço de todos, evitando tantos vírus e spams na internet.
"Antecipadamente, agradeço a sua atenção."
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sábado, 16 de julho de 2011
Isso também vai passar.
O Rei e a Frase
Conta a velha lenda que um rei muito poderoso, ao enfrentar um outro rei tão poderoso quanto ele, quase perdeu tudo. Foram anos de batalhas onde muitos soldados perderam a vida, e muito ouro foi consumido. A guerra só acabou com a morte do rei inimigo, mas custou muito caro ao vencedor, que sentiu o peso da miséria na sua própria vida.
Foram necessários alguns anos para que o rei conseguisse de novo acumular fortuna, com muito trabalho nos campos e a conquista de outros lugares. Assim, meditando na sorte e no azar, na riqueza e na pobreza, o rei chamou seus sábios consultores e pediu que eles definissem em uma única frase esses dois momentos tão opostos, e que desse força para que ele superasse a falta de recursos, os problemas e dificuldades, e quando na riqueza não esquecesse dos mais pobres, das dificuldades do povo que ele comandava.
Um dia o rei, em um dos seus passeios pelos arredores do seu reinado, teve sede e parou perto de um casebre na estrada. Um dos seus soldados bateu palmas. Um senhor bem sorridente o atendeu e logo trouxe água para o rei em uma caneca simples mas muito limpa, o que impressionou o monarca, que também ficou maravilhado com a pureza e o frescor da água.
Curioso, o rei desceu e resolveu entrar no casebre e se surpreendeu com a paz do ambiente, com a limpeza e as pequenas flores em cada canto daquele cômodo humilde. O rei então perguntou ao camponês como ele conseguia ser feliz naquele lugar tão longe de tudo e vivendo em tamanha simplicidade.
O camponês contou que no passado tivera bens e posses, era alfaiate e tinha uma grande freguesia, chegou a ter muito dinheiro, mas perdeu tudo com o ataque de um rei muito poderoso naquela região e ele teve que mendigar pelas ruas para comer. Andou muito, conheceu muitas vidas e muitas realidades, até encontrar esse lugar que hoje ele chama de “pedacinho do céu”, e mostrou ao rei uma tabuleta onde ele mandou gravar a frase da sua vida, para que ele se lembrasse sempre, na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, na pobreza ou na riqueza que ele podia superar tudo, desde que se lembrasse dessa verdade escrita na tabuleta.
Lá estava a frase que o rei tanto buscava, lá estava escrito em apenas uma linha toda a filosofia que seus sábios não souberam explicar, lá estava escrito: ”Tudo passa!”
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